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terça-feira, 22 de março de 2011

SUPERLOTAÇÃO EM PRESÍDIOS EXPLICA SÉRIE DE REBELIÕES


Superlotação em cadeias e presídios explicaria série de rebeliões

Interessante, esse tipo de notícia é divulgada com frequência pelos meios de comunicação e nada é feito pelos nossos políticos e governantes.
Eles querem mesmo é encher o bolso de dinheiro e tão pouco se importando para esse sistema decadente, que fabrica mais e mais marginais, o objetivo deveria ser de criar e dar condições de recuperá-los, mas não é o caso.

Quase 300 homens presos provisórios dentro de um cubículo que suporta, no máximo, 36 pessoas. Este é o registro do Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha feito nesta quinta-feira, até as 16 horas. Agora, some a isto, à convivência com três pessoas com suspeita de tuberculose e apenas dois banheiros comunitários. A situação desta cadeia segue o padrão de superlotação das unidades prisionais da Grande Vitória



Duas rebeliões violentas ocorridas em presídios brasileiros nas últimas semanas chamaram a atenção dos órgãos públicos, da direção do sistema carcerário do país e de toda a sociedade para um antigo problema: a superlotação.

O saldo da onda de violência em presídios de Manaus e Maranhão foi de 21 mortos. Nas rebeliões os presos reivindicaram melhorias nas condições de vida nas penitenciárias. O grande problema da superlotação em alguns casos é a má administração da verba que é repassada pelo Governo Federal, sendo que segundo o diretor do Departamento Penitenciário Nacional - Depen, Airton Michels, há estados que recebem recursos desde 2004 e até agora as obras não foram iniciadas. A pergunta que não quer calar , para onde vai esse dinheiro?

"De 2003 para cá, foi liberado cerca de R$ 1,2 bilhão para o sistema prisional dos estados pelo Fundo Penitenciário Nacional (Funpen). Esse fundo é apenas uma complementação, um auxílio determinado em lei para ajudar os estados. Evitar a rebelião está na atribuição dos governos dos estados. Quando soubemos das rebeliões, entramos imediatamente em contato com os estados. Nós socorremos o Amazonas recolhendo 20 presos, e o Maranhão, com outros 20. Enviamos aeronaves para recolher esses detentos e colocá-los nos nossos presídios", informa.

Neste ano, o governo do Maranhão teve de devolver ao Ministério da Justiça R$ 4,1 milhões disponíveis desde 2004 para a construção de um presídio no município de Pinheiro cuja obra foi cancelada.

Em alguns estados há a dificuldade de construir cadeias, "Os municípios reagem, a sociedade não quer ver um presídio perto de casa. Isso atrasa as obras, muitas vezes o governo do Estado tem um terreno, mas há um movimento na cidade contra a instalação do presídio e é preciso escolher outro local", diz Michels. Em outros casos o dinheiro vem e nada é feito, e aí?

Não tem fiscalização com essa verba que sai de nossos impostos?
Finalmente para quem apelar?
De quem é a culpa?
Quem está se beneficiando com essa maracutaia?
É vergonhoso!!!

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