Olimpíada de Matemática
Evento já recebeu 12 milhões de inscrições de estudantes
Até a manhã desta sexta-feira, 23, a 8ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) recebeu 12,2 milhões de inscrições de estudantes da educação básica de 27,3 mil escolas. De acordo com o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), entidade que coordena o concurso, 90% dos municípios já haviam aderido à olimpíada até esta data.
A adesão das secretarias estaduais e municipais de educação e a inscrição de escolas e alunos podem ser feitas até dia 30 de março, pela internet. Na Obmep, a inscrição dos estudantes deve ser feita pelas escolas. Podem participar alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental e das três séries do ensino médio.
A coordenadora da olimpíada, Mônica Souza, lembra aos gestores das escolas e aos professores que o regulamento da edição da Obmep 2012 traz três alterações no quesito premiação.
A primeira mudança se refere ao aumento do número de estudantes convidados a participar do programa de iniciação científica júnior, com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que passa de 3,2 mil para 4,5 mil alunos. A segunda é o aumento do número de certificados de menção honrosa, de 30 mil para 46,2 mil; e a premiação será estendida a 1 mil professores.
Calendário – As datas da Olimpíada são as seguintes: dia 30 de março, encerramento das inscrições; 5 de junho, aplicação das provas da primeira fase nas escolas; 26 de junho, último prazo para as escolas enviarem os cartões-resposta dos classificados para a segunda fase; 15 de agosto, divulgação dos classificados para a segunda fase e do local de realização das provas; 15 de agosto a 14 de setembro, período para as escolas indicarem, na página eletrônica da Obmep, os professores dos alunos classificados para a segunda fase; 15 de setembro, às 14h30 (horário de Brasília), provas da segunda fase; 30 de novembro, divulgação dos premiados na página eletrônica da olimpíada.
Promovida pelos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e da Educação, a Obmep é realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa) com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática e sob a coordenação do Cenpec.
Ionice Lorenzoni
sábado, 24 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO - CONHEÇA
Instituições podem apresentar projetos para formar docentes
Instituições de ensino superior poderão apresentar projetos para formação inicial de profissionais do magistério, de acordo com o edital que regulamenta o Programa Institucional de Iniciação à Docência (Pibid). O prazo para inscrição das propostas é 4 de maio.
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) concederá bolsas em várias modalidades, de licenciatura a coordenação institucional, com valores entre R$ 400 e R$ 1,5 mil mensais. O projeto institucional receberá recursos de custeio no valor máximo de R$ 30 mil por subprojeto, por ano. As propostas devem ser submetidas em formato eletrônico, por meio do Sistema Integrado Capes (Sicapes).
O resultado será divulgado em junho deste ano. Os novos projetos e subprojetos deverão ter suas atividades iniciadas até 14 de agosto. O prazo de execução dos projetos aprovados é de até um ano, com vigência final para 31 de julho de 2013. O projeto poderá ser prorrogado uma única vez por até 12 meses, a critério da Capes.
No Diário Oficial da União desta segunda-feira, 19, foi publicada a portaria que prorroga até o dia 31 de julho de 2013 a continuidade dos projetos do Pibid.
Assessoria de Imprensa da Capes
Instituições de ensino superior poderão apresentar projetos para formação inicial de profissionais do magistério, de acordo com o edital que regulamenta o Programa Institucional de Iniciação à Docência (Pibid). O prazo para inscrição das propostas é 4 de maio.
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) concederá bolsas em várias modalidades, de licenciatura a coordenação institucional, com valores entre R$ 400 e R$ 1,5 mil mensais. O projeto institucional receberá recursos de custeio no valor máximo de R$ 30 mil por subprojeto, por ano. As propostas devem ser submetidas em formato eletrônico, por meio do Sistema Integrado Capes (Sicapes).
O resultado será divulgado em junho deste ano. Os novos projetos e subprojetos deverão ter suas atividades iniciadas até 14 de agosto. O prazo de execução dos projetos aprovados é de até um ano, com vigência final para 31 de julho de 2013. O projeto poderá ser prorrogado uma única vez por até 12 meses, a critério da Capes.
No Diário Oficial da União desta segunda-feira, 19, foi publicada a portaria que prorroga até o dia 31 de julho de 2013 a continuidade dos projetos do Pibid.
Assessoria de Imprensa da Capes
domingo, 18 de março de 2012
O CAMINHO DA VIDA - CHARLES CHAPLIN
O Caminho da Vida
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódios... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.
Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
(O Último discurso, do filme O Grande Ditador)
Charles Chaplin
sexta-feira, 16 de março de 2012
OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA - PARTICIPE
Terceira edição da Olimpíada abre inscrições na segunda
As inscrições para a terceira edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro começam em 19 de março e vão até 25 de maio. O lançamento oficial será na próxima segunda-feira, 19, em São Paulo, na sede da Fundação Itaú Social, parceira do Ministério da Educação na promoção do concurso.
Durante a olimpíada, estudantes de escolas públicas da educação básica e seus professores de língua portuguesa vão trabalhar textos de quatro gêneros literários, todos sobre o tema O lugar onde vivo. Alunos do quinto e sexto ano do ensino fundamental vão desenvolver a poesia; sétimo e oitavo ano, textos no gênero memória; nono ano do ensino fundamental e primeira série do ensino médio, crônica; segunda e terceira séries do ensino médio, artigo de opinião.
As inscrições serão feitas na página eletrônica Comunidade Virtual, criada para a Olimpíada de Língua Portuguesa, e que estará disponível na internet na segunda-feira, 19. O processo tem duas etapas: a primeira é a adesão das secretarias de educação dos 26 estados e do Distrito Federal e dos 5.565 municípios. A segunda é a inscrição da escola. São objetivos da olimpíada estimular a leitura e o desenvolvimento da escrita entre estudantes da educação básica pública.
No país – Além do lançamento nacional da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro em 19 de março, em São Paulo, os organizadores programaram um calendário de lançamentos regionais entre 30 de março e 24 de abril. Dia 30 de março, em Goiânia; 3 de abril, Curitiba; 10 de abril, Belo Horizonte; 13, Fortaleza; 18, Salvador, e 24, Belém.
Dividida em etapas, a seleção de textos dos alunos começa na escola, depois acontece no município, no estado, na região e por último em âmbito nacional. A premiação – medalhas, obras literárias, microcomputadores, aparelhos de som portáteis, entre outros itens –, é para o aluno e o seu professor. No final do concurso, os promotores da olimpíada entregam prêmios a 20 estudantes e 20 professores, mas nas fases intermediárias também há prêmios para alunos, docentes e escolas.
Trajetória – Em 2008, a Olimpíada da Língua Portuguesa se tornou política pública de educação, sob a coordenação do MEC, em parceria com a Fundação Itaú Social e o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). A olimpíada teve origem no programa Escrevendo o Futuro, desenvolvido pela Fundação Itaú Social entre 2002 e 2006, em edições bienais, que contaram, naquele período, com a participação de mais de 3,5 milhões de alunos em todo o país.
Na segunda edição, em 2010, a Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro teve a participação de mais de 7 milhões de alunos da educação básica, de 60,1 mil escolas públicas e de 239,4 mil professores.
Ionice Lorenzoni
As inscrições para a terceira edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro começam em 19 de março e vão até 25 de maio. O lançamento oficial será na próxima segunda-feira, 19, em São Paulo, na sede da Fundação Itaú Social, parceira do Ministério da Educação na promoção do concurso.
Durante a olimpíada, estudantes de escolas públicas da educação básica e seus professores de língua portuguesa vão trabalhar textos de quatro gêneros literários, todos sobre o tema O lugar onde vivo. Alunos do quinto e sexto ano do ensino fundamental vão desenvolver a poesia; sétimo e oitavo ano, textos no gênero memória; nono ano do ensino fundamental e primeira série do ensino médio, crônica; segunda e terceira séries do ensino médio, artigo de opinião.
As inscrições serão feitas na página eletrônica Comunidade Virtual, criada para a Olimpíada de Língua Portuguesa, e que estará disponível na internet na segunda-feira, 19. O processo tem duas etapas: a primeira é a adesão das secretarias de educação dos 26 estados e do Distrito Federal e dos 5.565 municípios. A segunda é a inscrição da escola. São objetivos da olimpíada estimular a leitura e o desenvolvimento da escrita entre estudantes da educação básica pública.
No país – Além do lançamento nacional da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro em 19 de março, em São Paulo, os organizadores programaram um calendário de lançamentos regionais entre 30 de março e 24 de abril. Dia 30 de março, em Goiânia; 3 de abril, Curitiba; 10 de abril, Belo Horizonte; 13, Fortaleza; 18, Salvador, e 24, Belém.
Dividida em etapas, a seleção de textos dos alunos começa na escola, depois acontece no município, no estado, na região e por último em âmbito nacional. A premiação – medalhas, obras literárias, microcomputadores, aparelhos de som portáteis, entre outros itens –, é para o aluno e o seu professor. No final do concurso, os promotores da olimpíada entregam prêmios a 20 estudantes e 20 professores, mas nas fases intermediárias também há prêmios para alunos, docentes e escolas.
Trajetória – Em 2008, a Olimpíada da Língua Portuguesa se tornou política pública de educação, sob a coordenação do MEC, em parceria com a Fundação Itaú Social e o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). A olimpíada teve origem no programa Escrevendo o Futuro, desenvolvido pela Fundação Itaú Social entre 2002 e 2006, em edições bienais, que contaram, naquele período, com a participação de mais de 3,5 milhões de alunos em todo o país.
Na segunda edição, em 2010, a Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro teve a participação de mais de 7 milhões de alunos da educação básica, de 60,1 mil escolas públicas e de 239,4 mil professores.
Ionice Lorenzoni
quinta-feira, 15 de março de 2012
ENADE - EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DOS ESTUDANTES
Ministério amplia número de estudantes que serão avaliados em 2012
O Diário Oficial da União publica nesta quinta-feira, 15, portaria normativa do gabinete do ministro da Educação dispondo sobre a realização do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), em 2012. O documento refere-se aos concluintes dos cursos de administração, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social, design, direito, psicologia, relações internacionais, secretário executivo e turismo. Além das habilitações em tecnologia das áreas de gestão comercial, gestão de recursos humanos, gestão financeira, logística, marketing e processos gerenciais.
Ao regulamentar o Enade deste ano, o ministro Aloizio Mercadante muda a definição de estudante concluinte, ou seja, aqueles que devem responder a prova. Agora, além dos formandos em 2012, estão obrigados também os estudantes que tenham expectativa de conclusão do curso até agosto de 2013, assim como aqueles que tiverem concluído, até o término das inscrições, mais de 80% da carga horária mínima do currículo do curso da instituição de educação superior.
A medida, além de ser mais abrangente, por permitir que estudantes que se formarão até agosto do ano seguinte também sejam avaliados, inibe a prática de manipulação dos estudantes nos dois últimos semestres. Dessa forma, a avaliação das instituições, que se inicia a partir do exame, se torna mais efetiva e conclui com a elaboração dos indicadores e conceitos de avaliação de cada curso superior e de cada instituição.
Assessoria de Comunicação Social
O Diário Oficial da União publica nesta quinta-feira, 15, portaria normativa do gabinete do ministro da Educação dispondo sobre a realização do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), em 2012. O documento refere-se aos concluintes dos cursos de administração, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social, design, direito, psicologia, relações internacionais, secretário executivo e turismo. Além das habilitações em tecnologia das áreas de gestão comercial, gestão de recursos humanos, gestão financeira, logística, marketing e processos gerenciais.
Ao regulamentar o Enade deste ano, o ministro Aloizio Mercadante muda a definição de estudante concluinte, ou seja, aqueles que devem responder a prova. Agora, além dos formandos em 2012, estão obrigados também os estudantes que tenham expectativa de conclusão do curso até agosto de 2013, assim como aqueles que tiverem concluído, até o término das inscrições, mais de 80% da carga horária mínima do currículo do curso da instituição de educação superior.
A medida, além de ser mais abrangente, por permitir que estudantes que se formarão até agosto do ano seguinte também sejam avaliados, inibe a prática de manipulação dos estudantes nos dois últimos semestres. Dessa forma, a avaliação das instituições, que se inicia a partir do exame, se torna mais efetiva e conclui com a elaboração dos indicadores e conceitos de avaliação de cada curso superior e de cada instituição.
Assessoria de Comunicação Social
terça-feira, 13 de março de 2012
CONHEÇA O PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO NAS ESCOLAS PÚBLICAS
Cinco milhões de alunos serão atendidos este ano com educação integral
A presidenta da República, Dilma Rousseff, anunciou que o programa Mais Educação, que oferece educação integral em escolas públicas do ensino fundamental, atenderá neste ano 5 milhões de estudantes de 30 mil escolas. O investimento do governo federal será de R$ 1,4 bilhão.
A expansão da oferta de educação integral em escolas urbanas e rurais foi anunciada durante o programa de rádio Café com a Presidenta, nesta segunda-feira, 12. Esse programa é produzido pela Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) e veiculado uma vez por semana.
Na entrevista de rádio, Dilma Rousseff fez uma convocação às escolas pré-selecionadas pelo Ministério da Educação para que informem o número de estudantes que serão atendidos. As inscrições devem ser feitas até o dia 30 deste mês, pela internet.
Segundo a presidenta, uma das prioridades do governo federal em 2012 é atender escolas onde estão matriculados alunos beneficiários do programa Bolsa Família e as unidades que tiveram baixo desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), medido em 2007 e 2009. “As atividades em tempo integral podem contribuir muito para melhorar a qualidade da educação das nossas crianças”, explicou.
Alimentação adequada, atividades lúdicas, artísticas, culturais e esportivas oferecidas na educação integral ajudam as crianças a desenvolver suas habilidades, disse a presidenta. Ela recomendou aos diretores das escolas que, se as unidades não puderem atender todos os alunos agora, que selecionem grupos para o turno integral, e que a oferta seja ampliada aos poucos.
Dilma observou que, “além das vantagens da educação integral para o aprendizado e desenvolvimento de crianças e adolescentes, há também a tranquilidade que oferece aos pais, que podem trabalhar sabendo que os seus filhos estão bem cuidados e protegidos na escola”.
Durante o programa, ela também informou que hoje o Mais Educação já atende 15 mil escolas e 2,8 milhões de estudantes do ensino fundamental e que a meta do seu governo é chegar a 60 mil escolas até 2014.
Inscrições – As escolas devem informar os dados até dia 30 deste mês, mas os dirigentes que tiverem dúvidas ou dificuldades para preencher as informações no Sistema de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças do MEC (Simec) podem pedir esclarecimentos pelos telefones (61) 2022-9175, 2022-9176, 2022-9174, 2022-9184, 2022-9211, 2022-9212 e 2022-9181.
Assessoria de Comunicação Social
Conheça o Programa Mais Educação
A presidenta da República, Dilma Rousseff, anunciou que o programa Mais Educação, que oferece educação integral em escolas públicas do ensino fundamental, atenderá neste ano 5 milhões de estudantes de 30 mil escolas. O investimento do governo federal será de R$ 1,4 bilhão.
A expansão da oferta de educação integral em escolas urbanas e rurais foi anunciada durante o programa de rádio Café com a Presidenta, nesta segunda-feira, 12. Esse programa é produzido pela Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) e veiculado uma vez por semana.
Na entrevista de rádio, Dilma Rousseff fez uma convocação às escolas pré-selecionadas pelo Ministério da Educação para que informem o número de estudantes que serão atendidos. As inscrições devem ser feitas até o dia 30 deste mês, pela internet.
Segundo a presidenta, uma das prioridades do governo federal em 2012 é atender escolas onde estão matriculados alunos beneficiários do programa Bolsa Família e as unidades que tiveram baixo desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), medido em 2007 e 2009. “As atividades em tempo integral podem contribuir muito para melhorar a qualidade da educação das nossas crianças”, explicou.
Alimentação adequada, atividades lúdicas, artísticas, culturais e esportivas oferecidas na educação integral ajudam as crianças a desenvolver suas habilidades, disse a presidenta. Ela recomendou aos diretores das escolas que, se as unidades não puderem atender todos os alunos agora, que selecionem grupos para o turno integral, e que a oferta seja ampliada aos poucos.
Dilma observou que, “além das vantagens da educação integral para o aprendizado e desenvolvimento de crianças e adolescentes, há também a tranquilidade que oferece aos pais, que podem trabalhar sabendo que os seus filhos estão bem cuidados e protegidos na escola”.
Durante o programa, ela também informou que hoje o Mais Educação já atende 15 mil escolas e 2,8 milhões de estudantes do ensino fundamental e que a meta do seu governo é chegar a 60 mil escolas até 2014.
Inscrições – As escolas devem informar os dados até dia 30 deste mês, mas os dirigentes que tiverem dúvidas ou dificuldades para preencher as informações no Sistema de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças do MEC (Simec) podem pedir esclarecimentos pelos telefones (61) 2022-9175, 2022-9176, 2022-9174, 2022-9184, 2022-9211, 2022-9212 e 2022-9181.
Assessoria de Comunicação Social
Conheça o Programa Mais Educação
segunda-feira, 12 de março de 2012
EXPERIÊNCIA COM RÁDIO ON-LINE NO AMBIENTE ESCOLAR
Rádio ajuda escolas do Rio a atrair o interesse dos alunos
Professor de informática educativa em escolas do Rio de Janeiro desde 1991, Siddharta Dias de Almeida Fernandes deu início, em 1997, a experiências com rádio on-line no ambiente escolar. A primeira delas no Colégio São Bento, quando criou a Rádio Interativa. Os programas, temáticos, estimulavam os estudantes a realizar pesquisas e buscas interdisciplinares.
“Não era somente pôr no ar um programa”, diz Siddharta. “Os alunos tinham de ir a campo para entrevistar professores ou outros alunos, fazer contato com músicos e procurar, na escola, eventos ou fatos que pudessem dar uma pauta.” Isso gerou uma dinâmica ativa de envolvimento dos alunos com a escola e com toda a comunidade escolar. “Para nós, professores, a produção dos programas era a fase mais interessante, o momento de os alunos criarem e transformarem suas ideias em uma linguagem radiofônica”, afirma o professor.
Os temas da programação, como maioridade e direitos e deveres civis dos adolescentes, eram escolhidos pelos alunos. O primeiro programa, sobre bandas alternativas, teve a participação de estudantes da instituição integrantes de grupos musicais. De acordo com o professor, a experiência foi interessante e o envolvimento dos estudantes, o melhor possível.
Cada aluno exercia uma função diferente — repórter, locutor, redator, produtor etc. “A rádio tomou uma dimensão muito grande, e os alunos começaram a receber CDs das gravadoras para pôr no ar”, revela. Eles também eram procurados por integrantes de bandas novas interessados em divulgar o trabalho na rádio.
Siddharta criou rádios também em outras instituições de ensino, como o Colégio Estadual Souza Aguiar. “Apesar de escola pública, com menos recursos, nela os programas ficaram muito interessantes”, salienta. No Colégio Garriga de Menezes, a rádio serviu como instrumento de análise para sua dissertação de mestrado em educação, com ênfase em novas tecnologias.
Autoestima — Outra rádio foi criada no Centro Integrado de Educação Pública (Ciep) Presidente Agostinho Neto. Essa experiência, com a participação de alunos de um grupo de aceleração de estudos, é considerada pelo professor como a mais significativa, por envolver estudantes tidos como problemáticos, com um histórico de reprovações consecutivas. “A autoestima de todos ficou elevada quando viraram radialistas e tiveram de rodar a escola em busca de matérias”, constata. “Não eram mais os alunos-problema: eram os criadores da rádio da escola.”
Siddharta, que hoje leciona nos colégios Pedro II, Andrews e Teresiano — colégio de aplicação da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro —, não tem mais desenvolvido projetos de rádio. Ele atua agora na área de produção de vídeos. Com licenciatura em matemática, participa de grupo de pesquisa na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) sobre redes públicas de políticas em educação.
Fátima Schenini
Professor de informática educativa em escolas do Rio de Janeiro desde 1991, Siddharta Dias de Almeida Fernandes deu início, em 1997, a experiências com rádio on-line no ambiente escolar. A primeira delas no Colégio São Bento, quando criou a Rádio Interativa. Os programas, temáticos, estimulavam os estudantes a realizar pesquisas e buscas interdisciplinares.
“Não era somente pôr no ar um programa”, diz Siddharta. “Os alunos tinham de ir a campo para entrevistar professores ou outros alunos, fazer contato com músicos e procurar, na escola, eventos ou fatos que pudessem dar uma pauta.” Isso gerou uma dinâmica ativa de envolvimento dos alunos com a escola e com toda a comunidade escolar. “Para nós, professores, a produção dos programas era a fase mais interessante, o momento de os alunos criarem e transformarem suas ideias em uma linguagem radiofônica”, afirma o professor.
Os temas da programação, como maioridade e direitos e deveres civis dos adolescentes, eram escolhidos pelos alunos. O primeiro programa, sobre bandas alternativas, teve a participação de estudantes da instituição integrantes de grupos musicais. De acordo com o professor, a experiência foi interessante e o envolvimento dos estudantes, o melhor possível.
Cada aluno exercia uma função diferente — repórter, locutor, redator, produtor etc. “A rádio tomou uma dimensão muito grande, e os alunos começaram a receber CDs das gravadoras para pôr no ar”, revela. Eles também eram procurados por integrantes de bandas novas interessados em divulgar o trabalho na rádio.
Siddharta criou rádios também em outras instituições de ensino, como o Colégio Estadual Souza Aguiar. “Apesar de escola pública, com menos recursos, nela os programas ficaram muito interessantes”, salienta. No Colégio Garriga de Menezes, a rádio serviu como instrumento de análise para sua dissertação de mestrado em educação, com ênfase em novas tecnologias.
Autoestima — Outra rádio foi criada no Centro Integrado de Educação Pública (Ciep) Presidente Agostinho Neto. Essa experiência, com a participação de alunos de um grupo de aceleração de estudos, é considerada pelo professor como a mais significativa, por envolver estudantes tidos como problemáticos, com um histórico de reprovações consecutivas. “A autoestima de todos ficou elevada quando viraram radialistas e tiveram de rodar a escola em busca de matérias”, constata. “Não eram mais os alunos-problema: eram os criadores da rádio da escola.”
Siddharta, que hoje leciona nos colégios Pedro II, Andrews e Teresiano — colégio de aplicação da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro —, não tem mais desenvolvido projetos de rádio. Ele atua agora na área de produção de vídeos. Com licenciatura em matemática, participa de grupo de pesquisa na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) sobre redes públicas de políticas em educação.
Fátima Schenini
sábado, 10 de março de 2012
PROGRAMA ENSINO MÉDIO INOVADOR DAS ESCOLAS PÚBLICAS- PROEMI
Programa define prazo para que escolas expliquem seus projetos
As 2.074 escolas públicas de ensino médio que entraram no Programa Ensino Médio Inovador (ProEMI) no ano passado têm prazo até 13 de abril para informar ao Ministério da Educação o tipo de projeto que vão desenvolver e o número de estudantes que serão atendidos em 2012. O gestor escolar deve inserir as informações no Sistema de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças do MEC (Simec).
A coordenadora do ensino médio inovador na Secretaria de Educação Básica, Sandra Garcia, explica que as bases em que as escolas devem se apoiar para fazer a mudança curricular estão definidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio Inovador, sancionadas em 24 de janeiro deste ano. Um dos itens obrigatórios é o aumento das horas de aula anuais. O mínimo são 1 mil horas por ano. Hoje, o ensino médio tem 800 horas anuais.
Sandra Garcia diz que cada escola vai descrever no roteiro do Simec a forma como vai ampliar as horas. As opções são oferecer 5 horas diárias ou 4 horas diárias e, em um dia da semana, o turno integral. Já as unidades de ensino que optaram pela educação integral terão que oferecer, no mínimo, 7 horas diárias.
Para escolher as atividades do novo currículo, o Simec traz uma relação de áreas do conhecimento que estão reunidas em 10 macrocampos, sendo que dois deles são obrigatórios – iniciação científica e acompanhamento pedagógico. Itens como cultura digital, comunicação e uso de mídias são opcionais. A escola também precisa informar o número de estudantes que serão atendidos com o novo currículo. É o número de alunos que vai determinar o valor do repasse de recursos que será feito pelo MEC.
Esclarecimentos – Para tirar dúvidas das escolas com relação ao preenchimento dos dados no sistema, a Secretaria de Educação Básica (SEB) realiza, na próxima quarta-feira, 14, uma videoconferência com especialistas em currículo e gestores. Segundo dados da secretaria, 2.074 escolas de 24 estados e do Distrito Federal aderiram ao ProEMI. Os estados de Minas Gerais e Alagoas não participam. As inscrições de novas escolas, para ingresso em 2013, serão abertas no segundo semestre.
Dados do censo escolar da educação básica de 2010, que são as últimas informações consolidadas, indicam que o país tem 25 mil escolas de ensino médio, onde estudam 8,4 milhões de alunos. Dessas unidades, 18 mil são públicas e responsáveis por 7 milhões de matrículas.
ProEMI – o Programa Ensino Médio Inovador foi instituído pela Portaria nº 971, de 9 de outubro de 2009, e integra as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), lançado em 2007. De acordo com a portaria, os projetos de reestruturação curricular devem possibilitar o desenvolvimento de atividades integradoras que articulam as dimensões do trabalho, da ciência, da cultura e da tecnologia. Entre as inovações estão o aumento da carga horária, nos três anos do ensino médio, das 2,4 mil horas atuais para, no mínimo, 3 mil; a leitura como elemento central e básico de todas as disciplinas; o estudo da teoria aplicada à prática; o fomento das atividades culturais e professores com dedicação exclusiva. Para desenvolver as atividades, as escolas recebem apoio técnico e financeiro do MEC, por intermédio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE).
Ionice Lorenzoni
Conheça o programa Ensino Médio Inovador, as Diretrizes Curriculares Nacionais do ProEMI e documentos que orientam os gestores.
Acesse o Simec
As 2.074 escolas públicas de ensino médio que entraram no Programa Ensino Médio Inovador (ProEMI) no ano passado têm prazo até 13 de abril para informar ao Ministério da Educação o tipo de projeto que vão desenvolver e o número de estudantes que serão atendidos em 2012. O gestor escolar deve inserir as informações no Sistema de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças do MEC (Simec).
A coordenadora do ensino médio inovador na Secretaria de Educação Básica, Sandra Garcia, explica que as bases em que as escolas devem se apoiar para fazer a mudança curricular estão definidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio Inovador, sancionadas em 24 de janeiro deste ano. Um dos itens obrigatórios é o aumento das horas de aula anuais. O mínimo são 1 mil horas por ano. Hoje, o ensino médio tem 800 horas anuais.
Sandra Garcia diz que cada escola vai descrever no roteiro do Simec a forma como vai ampliar as horas. As opções são oferecer 5 horas diárias ou 4 horas diárias e, em um dia da semana, o turno integral. Já as unidades de ensino que optaram pela educação integral terão que oferecer, no mínimo, 7 horas diárias.
Para escolher as atividades do novo currículo, o Simec traz uma relação de áreas do conhecimento que estão reunidas em 10 macrocampos, sendo que dois deles são obrigatórios – iniciação científica e acompanhamento pedagógico. Itens como cultura digital, comunicação e uso de mídias são opcionais. A escola também precisa informar o número de estudantes que serão atendidos com o novo currículo. É o número de alunos que vai determinar o valor do repasse de recursos que será feito pelo MEC.
Esclarecimentos – Para tirar dúvidas das escolas com relação ao preenchimento dos dados no sistema, a Secretaria de Educação Básica (SEB) realiza, na próxima quarta-feira, 14, uma videoconferência com especialistas em currículo e gestores. Segundo dados da secretaria, 2.074 escolas de 24 estados e do Distrito Federal aderiram ao ProEMI. Os estados de Minas Gerais e Alagoas não participam. As inscrições de novas escolas, para ingresso em 2013, serão abertas no segundo semestre.
Dados do censo escolar da educação básica de 2010, que são as últimas informações consolidadas, indicam que o país tem 25 mil escolas de ensino médio, onde estudam 8,4 milhões de alunos. Dessas unidades, 18 mil são públicas e responsáveis por 7 milhões de matrículas.
ProEMI – o Programa Ensino Médio Inovador foi instituído pela Portaria nº 971, de 9 de outubro de 2009, e integra as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), lançado em 2007. De acordo com a portaria, os projetos de reestruturação curricular devem possibilitar o desenvolvimento de atividades integradoras que articulam as dimensões do trabalho, da ciência, da cultura e da tecnologia. Entre as inovações estão o aumento da carga horária, nos três anos do ensino médio, das 2,4 mil horas atuais para, no mínimo, 3 mil; a leitura como elemento central e básico de todas as disciplinas; o estudo da teoria aplicada à prática; o fomento das atividades culturais e professores com dedicação exclusiva. Para desenvolver as atividades, as escolas recebem apoio técnico e financeiro do MEC, por intermédio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE).
Ionice Lorenzoni
Conheça o programa Ensino Médio Inovador, as Diretrizes Curriculares Nacionais do ProEMI e documentos que orientam os gestores.
Acesse o Simec
quarta-feira, 7 de março de 2012
PAPEL NO VARAL - UMA NOITE DE POESIAS NO MAIKAI 6/3/2012
Papel no Varal traz a mulher como protagonista no sarau do dia 6 de março e incentiva doação de livros para novo projeto
Uma celebração à mulher. Assim será a noite do próximo sarau poético do projeto Papel no Varal, no dia 6 de março, no Maikai Choperia, em Maceió. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 8, 100 poemas de 100 mulheres de todos os cantos do mundo irão compor o varal mais famoso da cidade.
Elisabeth Bishop e Anilda Leão, Cecília Meireles e Vera Romariz, Arriete Vilela e Emily Dickinson, todas juntas em um só lugar. Sentimentos escritos em cada célebre poema que ganham forma na voz do público que há tempos faz desse evento um sucesso.
Atendendo à proposta do projeto, a plateia pode ir ao palco ler qualquer um dos poemas selecionados, desde que não seja a autora do texto escolhido. Com a apresentação de Ricardo Cabús, o show será composto por dois blocos de leitura de poemas, intercalados pela participação de músicos convidados.
O embalo musical ficará por conta do Divina Supernova, grupo musical que tem se destacado por apresentar um trabalho primoroso, contando com a belíssima voz e a flauta de Ana Galganni e com o talento de Júnior Bocão, acompanhados pelo consagrado músico Félix Baigon. No repertório, uma viagem na música de mulheres como Edith Piaf, Joyce, Dolores Duran, Mart’nália, dentre outras.
Na oportunidade, será apresentado o projeto “Circulador de Livros”, mais uma iniciativa do Instituto Lumeeiro de incentivo à leitura. A ideia é arrecadar livros, usados ou novos, nos saraus e fazê-los circular – de forma inusitada – por leitores em diversos pontos da cidade. Portanto, quem quiser doar, já pode começar a selecionar seu exemplar. Mais detalhes sobre o projeto serão divulgados durante o evento.
O Papel no Varal – Poesia de Mulher – é uma realização do Instituto Lumeeiro para a Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos.
Serviço:
Papel no Varal – Poesia de Mulher
Data: 06 de março de 2012
Local: Maikai Choparia, no Stella Maris
Horário: 20h
Entrada: Gratuita (Doação voluntária de um livro, novo ou usado)
Reservas de mesa antecipadas: reservas@lumeeiro.org ou 82-8135-5990
Apresentação: Ricardo Cabús
Participação Musical: Divina Supernova (Ana Galganni, Júnior Bocão e Félix Baigon)
Classificação etária: 14 anos (por ser em ambiente de bar e devido à leitura de poemas com temática adulta)
Duração prevista: Duas horas
Por assessoria.
Elzlane Santos
Com a tag choparia, maikai, papel no varal, sarau
ESTIVE PRESENTE A ESSE MARAVILHOSO EVENTO, JUNTO A MEU ESPOSO, FILHO E IRMÃ.
NÃO PODEMOS DEIXAR A POESIA ACABAR.
Uma celebração à mulher. Assim será a noite do próximo sarau poético do projeto Papel no Varal, no dia 6 de março, no Maikai Choperia, em Maceió. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 8, 100 poemas de 100 mulheres de todos os cantos do mundo irão compor o varal mais famoso da cidade.
Elisabeth Bishop e Anilda Leão, Cecília Meireles e Vera Romariz, Arriete Vilela e Emily Dickinson, todas juntas em um só lugar. Sentimentos escritos em cada célebre poema que ganham forma na voz do público que há tempos faz desse evento um sucesso.
Atendendo à proposta do projeto, a plateia pode ir ao palco ler qualquer um dos poemas selecionados, desde que não seja a autora do texto escolhido. Com a apresentação de Ricardo Cabús, o show será composto por dois blocos de leitura de poemas, intercalados pela participação de músicos convidados.
O embalo musical ficará por conta do Divina Supernova, grupo musical que tem se destacado por apresentar um trabalho primoroso, contando com a belíssima voz e a flauta de Ana Galganni e com o talento de Júnior Bocão, acompanhados pelo consagrado músico Félix Baigon. No repertório, uma viagem na música de mulheres como Edith Piaf, Joyce, Dolores Duran, Mart’nália, dentre outras.
Na oportunidade, será apresentado o projeto “Circulador de Livros”, mais uma iniciativa do Instituto Lumeeiro de incentivo à leitura. A ideia é arrecadar livros, usados ou novos, nos saraus e fazê-los circular – de forma inusitada – por leitores em diversos pontos da cidade. Portanto, quem quiser doar, já pode começar a selecionar seu exemplar. Mais detalhes sobre o projeto serão divulgados durante o evento.
O Papel no Varal – Poesia de Mulher – é uma realização do Instituto Lumeeiro para a Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos.
Serviço:
Papel no Varal – Poesia de Mulher
Data: 06 de março de 2012
Local: Maikai Choparia, no Stella Maris
Horário: 20h
Entrada: Gratuita (Doação voluntária de um livro, novo ou usado)
Reservas de mesa antecipadas: reservas@lumeeiro.org ou 82-8135-5990
Apresentação: Ricardo Cabús
Participação Musical: Divina Supernova (Ana Galganni, Júnior Bocão e Félix Baigon)
Classificação etária: 14 anos (por ser em ambiente de bar e devido à leitura de poemas com temática adulta)
Duração prevista: Duas horas
Por assessoria.
Elzlane Santos
Com a tag choparia, maikai, papel no varal, sarau
ESTIVE PRESENTE A ESSE MARAVILHOSO EVENTO, JUNTO A MEU ESPOSO, FILHO E IRMÃ.
NÃO PODEMOS DEIXAR A POESIA ACABAR.
domingo, 4 de março de 2012
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E ENSINO SUPERIOR
Educação superior
Projetos e programas de extensão universitária podem receber R$ 150 mil
O Ministério da Educação convoca, por edital, as instituições públicas de ensino superior – federais, estaduais e municipais –, a apresentar programas e projetos de extensão universitária. Para receber recursos, as propostas devem ter foco na inclusão social, nas suas várias dimensões.
Os recursos do Programa de Apoio à Extensão Universitária (Proext) se destinam a melhorar as condições de gestão das atividades acadêmicas de extensão das instituições de educação superior públicas e estimular o desenvolvimento social e o espírito crítico dos estudantes. A verba para cada programa é de R$ 150 mil e para projeto, R$ 50 mil. A execução deve acontecer num prazo de até 12 meses, tendo como limite 31 de dezembro de 2013.
As propostas devem ser apresentadas ao Ministério da Educação até 14 de abril; depois corre um período de avaliação e para recursos; a divulgação dos resultados será em 12 de junho e a liberação do dinheiro para execução de programas e projetos acontece no início de 2013.
Para o coordenador geral de relações estudantis da Secretaria de Educação Superior (Sesu), Lucas Ramalho, o governo federal, com o Proext, convida as instituições de ensino superior a participar das políticas públicas e da construção da democracia, ao mesmo tempo em que as coloca como vetores do desenvolvimento nacional.
E na formação dos estudantes, segundo Lucas Ramalho, a extensão universitária promove o encontro do conhecimento acadêmico com o Brasil real. Um programa de extensão que trata da segurança alimentar, por exemplo, vai levar universitários de cursos de agronomia, engenharia de alimentos e de áreas afins a assentamentos da reforma agrária para conhecer os sistemas de produção e contribuir com sua melhoria. Alunos da engenharia civil e de arquitetura devem conhecer programas de moradia social e seus moradores; médicos, enfermeiros, assistentes sociais, vão constatar como é a saúde de populações das periferias, de indígenas.
A extensão universitária, diz o coordenador, permite ao estudante de uma instituição pública que só viu a miséria da janela do seu carro, encontrar a realidade de outros cidadãos do seu país.
Temas – No Proext, cada instituição deve orientar a construção de suas propostas dentro das 16 linhas definidas no edital: educação; cultura e arte; pesca e aquicultura; promoção da saúde; desenvolvimento urbano; desenvolvimento rural; redução das desigualdades sociais e combate à extrema pobreza; geração de trabalho e renda por meio do apoio e fortalecimento de empreendimentos econômicos solidários; preservação do patrimônio cultural; direitos humanos; promoção da igualdade racial; mulheres e relações de gênero; esporte e lazer; integração nacional; comunicação; justiça e direitos dos indivíduos privados de liberdade.
O edital do Proext 2013 abrange 12 ministérios: da Educação, da Cultura, da Integração Nacional, da Justiça, da Pesca e Aquicultura, da Saúde, das Cidades, das Comunicações, do Desenvolvimento Agrário, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Trabalho e Emprego, dos Esportes; três secretarias: de Direitos Humanos, de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e de Políticas para as Mulheres, e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Ionice Lorenzoni
Projetos e programas de extensão universitária podem receber R$ 150 mil
O Ministério da Educação convoca, por edital, as instituições públicas de ensino superior – federais, estaduais e municipais –, a apresentar programas e projetos de extensão universitária. Para receber recursos, as propostas devem ter foco na inclusão social, nas suas várias dimensões.
Os recursos do Programa de Apoio à Extensão Universitária (Proext) se destinam a melhorar as condições de gestão das atividades acadêmicas de extensão das instituições de educação superior públicas e estimular o desenvolvimento social e o espírito crítico dos estudantes. A verba para cada programa é de R$ 150 mil e para projeto, R$ 50 mil. A execução deve acontecer num prazo de até 12 meses, tendo como limite 31 de dezembro de 2013.
As propostas devem ser apresentadas ao Ministério da Educação até 14 de abril; depois corre um período de avaliação e para recursos; a divulgação dos resultados será em 12 de junho e a liberação do dinheiro para execução de programas e projetos acontece no início de 2013.
Para o coordenador geral de relações estudantis da Secretaria de Educação Superior (Sesu), Lucas Ramalho, o governo federal, com o Proext, convida as instituições de ensino superior a participar das políticas públicas e da construção da democracia, ao mesmo tempo em que as coloca como vetores do desenvolvimento nacional.
E na formação dos estudantes, segundo Lucas Ramalho, a extensão universitária promove o encontro do conhecimento acadêmico com o Brasil real. Um programa de extensão que trata da segurança alimentar, por exemplo, vai levar universitários de cursos de agronomia, engenharia de alimentos e de áreas afins a assentamentos da reforma agrária para conhecer os sistemas de produção e contribuir com sua melhoria. Alunos da engenharia civil e de arquitetura devem conhecer programas de moradia social e seus moradores; médicos, enfermeiros, assistentes sociais, vão constatar como é a saúde de populações das periferias, de indígenas.
A extensão universitária, diz o coordenador, permite ao estudante de uma instituição pública que só viu a miséria da janela do seu carro, encontrar a realidade de outros cidadãos do seu país.
Temas – No Proext, cada instituição deve orientar a construção de suas propostas dentro das 16 linhas definidas no edital: educação; cultura e arte; pesca e aquicultura; promoção da saúde; desenvolvimento urbano; desenvolvimento rural; redução das desigualdades sociais e combate à extrema pobreza; geração de trabalho e renda por meio do apoio e fortalecimento de empreendimentos econômicos solidários; preservação do patrimônio cultural; direitos humanos; promoção da igualdade racial; mulheres e relações de gênero; esporte e lazer; integração nacional; comunicação; justiça e direitos dos indivíduos privados de liberdade.
O edital do Proext 2013 abrange 12 ministérios: da Educação, da Cultura, da Integração Nacional, da Justiça, da Pesca e Aquicultura, da Saúde, das Cidades, das Comunicações, do Desenvolvimento Agrário, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Trabalho e Emprego, dos Esportes; três secretarias: de Direitos Humanos, de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e de Políticas para as Mulheres, e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Ionice Lorenzoni
sexta-feira, 2 de março de 2012
MINISTRO DESAFIA ESTUDANTES A PARTICIPAR DA OLIMPÍADA
Matemática
Ministro desafia estudantes a participarem da 8ª Olimpíada
Guilherme Fernandes, 17 anos, um dos estudantes homenageados no lançamento da 8ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), nesta quinta-feira, 1º, foi representado pela mãe, a jornalista Lídia Costa. O motivo da ausência do pentacampeão do Obmep é o fato de ele estar cursando engenharia no Instituto de Tecnologia da Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP), uma das instituições de ensino mais conceituadas do país. As aulas no ITA começaram em 27 de fevereiro.
Participante da Obmep desde os 13 anos de idade, Guilherme, segundo Lídia, é também medalhista de olimpíadas do conhecimento, de astronomia, de física e química. Nos últimos seis anos, ele conquistou 18 medalhas. “Mas foi a Obmep que o despertou para o estudo da matemática e o incentivou a trilhar esse caminho até chegar ao ITA”, explica a mãe.
Guilherme, que estudou no Colégio Militar de Brasília, também foi aprovado no curso de engenharia mecânica na Universidade de Brasília — obteve o terceiro lugar geral, em 2011 —, e no Instituto Militar de Engenharia (IME) do Rio de Janeiro.
Na solenidade de lançamento da 8ª Obmep e de divulgação dos vencedores da sétima edição, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, convidou escolas e professores a fazer a inscrição, até 30 de março, e desafiou os estudantes a participarem da competição: “Quem estuda escolhe o que vai fazer na vida; quem não estuda é escolhido”.
Segundo o ministro, a participação de 18,7 milhões de estudantes na edição do ano passado é um dado espetacular, um resultado fantástico. Ao falar aos estudantes, ele lembrou que a olimpíada não é apenas um concurso, mas um processo que abre portas. No programa Ciência sem Fronteiras, por exemplo, os medalhistas contam pontos na hora de conquistar bolsas de estudos para graduação e pós-graduação no exterior. O ministro destacou também que os ganhadores de medalhas de ouro concorrem anualmente à olimpíada internacional de matemática, evento que abre ainda mais portas.
Ao estudante Hector Rocha, do Centro de Ensino Fundamental do Núcleo Bandeirante, Distrito Federal, Mercadante entregou a obra Grandes Cientistas Brasileiros e recomendou que continue participando da Obmep. Hector ganhou medalha de ouro na sétima edição, em 2011.
Também presente à solenidade, o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, homenageou os educadores das escolas públicas, representados por Antonio Cardoso do Amaral, que leciona na escola Estadual Augustinho Brandão e na municipal Teotônio Ferreira, de Cocal dos Alves, Piauí. “Antonio Cardoso é um ícone da atuação dos professores, é dedicado e tem visão de futuro”, disse Raupp. Estudantes das duas escolas piauienses conquistaram, na Obmep de 2010, quatro medalhas de ouro, três de prata, cinco de bronze e 12 menções honrosas.
Inscrições — Na Obmep, a inscrição dos estudantes deve ser feita pelas escolas. Podem participar alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental e das três séries do ensino médio. Na edição deste ano serão premiados 500 estudantes com medalhas de ouro, 900 com prata e 3,1 mil com bronze. Também serão entregues certificados de menção honrosa. Projeto de estímulo ao estudo da matemática, a olimpíada é voltada para as escolas públicas, estudantes e professores de todo o país.
O regulamento da oitava edição da olimpíada prevê:
• 30 de março — Encerramento das inscrições
• 5 de junho — Aplicação das provas da primeira fase nas escolas
• 26 de junho — Último prazo para as escolas enviarem os cartões-resposta dos classificados para a segunda fase
• 15 de agosto — Divulgação dos classificados para a segunda fase e do local de realização das provas
• 15 de agosto a 14 de setembro — Período para as escolas indicarem, na página eletrônica da Obmep, os professores dos alunos classificados para a segunda fase
• 15 de setembro — Provas da segunda fase, às 14h30 (horário de Brasília)
• 30 de novembro — Divulgação dos premiados na página eletrônica da olimpíada.
Promovida pelos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação, a Obmep é realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). Na sétima edição, em 2011, recebeu 18,7 milhões de inscrições de alunos de 44,6 mil escolas das 27 unidades da Federação.
Ionice Lorenzoni
Ministro desafia estudantes a participarem da 8ª Olimpíada
Guilherme Fernandes, 17 anos, um dos estudantes homenageados no lançamento da 8ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), nesta quinta-feira, 1º, foi representado pela mãe, a jornalista Lídia Costa. O motivo da ausência do pentacampeão do Obmep é o fato de ele estar cursando engenharia no Instituto de Tecnologia da Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP), uma das instituições de ensino mais conceituadas do país. As aulas no ITA começaram em 27 de fevereiro.
Participante da Obmep desde os 13 anos de idade, Guilherme, segundo Lídia, é também medalhista de olimpíadas do conhecimento, de astronomia, de física e química. Nos últimos seis anos, ele conquistou 18 medalhas. “Mas foi a Obmep que o despertou para o estudo da matemática e o incentivou a trilhar esse caminho até chegar ao ITA”, explica a mãe.
Guilherme, que estudou no Colégio Militar de Brasília, também foi aprovado no curso de engenharia mecânica na Universidade de Brasília — obteve o terceiro lugar geral, em 2011 —, e no Instituto Militar de Engenharia (IME) do Rio de Janeiro.
Na solenidade de lançamento da 8ª Obmep e de divulgação dos vencedores da sétima edição, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, convidou escolas e professores a fazer a inscrição, até 30 de março, e desafiou os estudantes a participarem da competição: “Quem estuda escolhe o que vai fazer na vida; quem não estuda é escolhido”.
Segundo o ministro, a participação de 18,7 milhões de estudantes na edição do ano passado é um dado espetacular, um resultado fantástico. Ao falar aos estudantes, ele lembrou que a olimpíada não é apenas um concurso, mas um processo que abre portas. No programa Ciência sem Fronteiras, por exemplo, os medalhistas contam pontos na hora de conquistar bolsas de estudos para graduação e pós-graduação no exterior. O ministro destacou também que os ganhadores de medalhas de ouro concorrem anualmente à olimpíada internacional de matemática, evento que abre ainda mais portas.
Ao estudante Hector Rocha, do Centro de Ensino Fundamental do Núcleo Bandeirante, Distrito Federal, Mercadante entregou a obra Grandes Cientistas Brasileiros e recomendou que continue participando da Obmep. Hector ganhou medalha de ouro na sétima edição, em 2011.
Também presente à solenidade, o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, homenageou os educadores das escolas públicas, representados por Antonio Cardoso do Amaral, que leciona na escola Estadual Augustinho Brandão e na municipal Teotônio Ferreira, de Cocal dos Alves, Piauí. “Antonio Cardoso é um ícone da atuação dos professores, é dedicado e tem visão de futuro”, disse Raupp. Estudantes das duas escolas piauienses conquistaram, na Obmep de 2010, quatro medalhas de ouro, três de prata, cinco de bronze e 12 menções honrosas.
Inscrições — Na Obmep, a inscrição dos estudantes deve ser feita pelas escolas. Podem participar alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental e das três séries do ensino médio. Na edição deste ano serão premiados 500 estudantes com medalhas de ouro, 900 com prata e 3,1 mil com bronze. Também serão entregues certificados de menção honrosa. Projeto de estímulo ao estudo da matemática, a olimpíada é voltada para as escolas públicas, estudantes e professores de todo o país.
O regulamento da oitava edição da olimpíada prevê:
• 30 de março — Encerramento das inscrições
• 5 de junho — Aplicação das provas da primeira fase nas escolas
• 26 de junho — Último prazo para as escolas enviarem os cartões-resposta dos classificados para a segunda fase
• 15 de agosto — Divulgação dos classificados para a segunda fase e do local de realização das provas
• 15 de agosto a 14 de setembro — Período para as escolas indicarem, na página eletrônica da Obmep, os professores dos alunos classificados para a segunda fase
• 15 de setembro — Provas da segunda fase, às 14h30 (horário de Brasília)
• 30 de novembro — Divulgação dos premiados na página eletrônica da olimpíada.
Promovida pelos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação, a Obmep é realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). Na sétima edição, em 2011, recebeu 18,7 milhões de inscrições de alunos de 44,6 mil escolas das 27 unidades da Federação.
Ionice Lorenzoni
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
ALOISIO MERCADANTE E O SALÁRIO DO PROFESSOR
“A questão do salário do professor não é apenas trabalhista, mas uma questão de valorização”, afirmou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, durante audiência pública realizada nesta quarta-feira, 29, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal. Ao defender o piso nacional dos professores, o ministro observou que a docência deve ser uma carreira bem remunerada e valorizada, caso contrário não será possível trazer os melhores profissionais para as escolas.
Mercadante fez uma exposição sobre as principais metas e diretrizes do Ministério da Educação, apresentando os planos da pasta, desde a educação infantil até a pós-graduação. Também fizeram parte da mesa o presidente e o vice-presidente da comissão, Roberto Requião (PMDB-PR) e Paulo Bauer (PSDB-SC).
No debate, o ministro apontou a importância da alfabetização até a idade de oito anos. De acordo com ele, a alfabetização – saber ler e escrever e fazer contas matemáticas simples – na idade certa permitirá melhor desenvolvimento no restante do processo educacional, reduzindo a evasão escolar. “Alfabetização na idade certa tem que ser a prioridade das prioridades deste país. Temos que atacar esse problema na origem e olhar para a valorização e capacitação dos 200 mil profissionais que fazem a alfabetização.”
Entre os temas de sua apresentação, o ministro fez questão de dedicar especial atenção ao uso de novas tecnologias e ideias inovadoras na sala de aula, entre eles o projetor digital e os tablets, que serão distribuídos às escolas e professores. Para Mercadante, a escola precisa ser o caminho de acesso do jovem aos recursos tecnológicos, para que ele tenha maior acesso ao conhecimento. “É preciso educar nossos jovens para o século 21”, disse.
Um programa nacional a ser lançado, sobre educação no campo, pretende impedir que escolas sejam fechadas nas zonas rurais, além de aumentar a escolarização da população dessas regiões. O projeto prevê a distribuição de material didático voltado para o campo, formação inicial e continuada de professores, educação de jovens e adultos, educação tecnológica voltada para atividades rurais, além de empreendedorismo e atendimento a escolas quilombolas.
FONTE:WWW.PORTAL.MEC.GOV.BR
Mercadante fez uma exposição sobre as principais metas e diretrizes do Ministério da Educação, apresentando os planos da pasta, desde a educação infantil até a pós-graduação. Também fizeram parte da mesa o presidente e o vice-presidente da comissão, Roberto Requião (PMDB-PR) e Paulo Bauer (PSDB-SC).
No debate, o ministro apontou a importância da alfabetização até a idade de oito anos. De acordo com ele, a alfabetização – saber ler e escrever e fazer contas matemáticas simples – na idade certa permitirá melhor desenvolvimento no restante do processo educacional, reduzindo a evasão escolar. “Alfabetização na idade certa tem que ser a prioridade das prioridades deste país. Temos que atacar esse problema na origem e olhar para a valorização e capacitação dos 200 mil profissionais que fazem a alfabetização.”
Entre os temas de sua apresentação, o ministro fez questão de dedicar especial atenção ao uso de novas tecnologias e ideias inovadoras na sala de aula, entre eles o projetor digital e os tablets, que serão distribuídos às escolas e professores. Para Mercadante, a escola precisa ser o caminho de acesso do jovem aos recursos tecnológicos, para que ele tenha maior acesso ao conhecimento. “É preciso educar nossos jovens para o século 21”, disse.
Um programa nacional a ser lançado, sobre educação no campo, pretende impedir que escolas sejam fechadas nas zonas rurais, além de aumentar a escolarização da população dessas regiões. O projeto prevê a distribuição de material didático voltado para o campo, formação inicial e continuada de professores, educação de jovens e adultos, educação tecnológica voltada para atividades rurais, além de empreendedorismo e atendimento a escolas quilombolas.
FONTE:WWW.PORTAL.MEC.GOV.BR
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR - MEC
Valorização do professor
Piso do magistério deve ser reajustado em 22,22% e passar para R$ 1.451
O piso salarial do magistério deve ser reajustado em 22,22%, conforme determina o artigo 5º da Lei 11.738, de 16 de junho de 2008, aprovada pelo Congresso Nacional. O novo valor será de R$ 1.451,00. O piso salarial foi criado em cumprimento ao que estabelece o artigo 60, inciso III, alínea “e” do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.
Conforme a legislação vigente, a correção reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2011, em relação ao valor de 2010. E eleva a remuneração mínima do professor de nível médio e jornada de 40 horas semanais para R$ 1.451,00.
Assessoria de Comunicação Social
fonte:www.portal.mec.gov.br
Piso do magistério deve ser reajustado em 22,22% e passar para R$ 1.451
O piso salarial do magistério deve ser reajustado em 22,22%, conforme determina o artigo 5º da Lei 11.738, de 16 de junho de 2008, aprovada pelo Congresso Nacional. O novo valor será de R$ 1.451,00. O piso salarial foi criado em cumprimento ao que estabelece o artigo 60, inciso III, alínea “e” do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.
Conforme a legislação vigente, a correção reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2011, em relação ao valor de 2010. E eleva a remuneração mínima do professor de nível médio e jornada de 40 horas semanais para R$ 1.451,00.
Assessoria de Comunicação Social
fonte:www.portal.mec.gov.br
sábado, 25 de fevereiro de 2012
PRÊMIO PROFESSORES DO BRASIL
Professora de Goiânia resgata brincadeiras e recebe prêmio
Professora no centro municipal de Educação Infantil Colemar Natal e Silva, em Goiânia, há cinco anos, Ângela de Lourdes Rezende e Araújo integra o grupo de vencedores da quinta edição do Prêmio Professores do Brasil. Ela concorreu com o projeto Brincadeiras de Crianças e Possibilidades de Integração com a Família. Desenvolvido inicialmente com 20 alunos da educação infantil, na faixa etária de cinco anos, o trabalho, voltado para o resgate de antigas brincadeiras, atraiu as famílias para a escola.
Moradora de Hidrolândia, a 30 quilômetros da capital, Ângela leciona desde os 16 anos, quando concluiu o curso de nível médio de magistério. Naquela época, descobriu a paixão pelo ensino. Mesmo lecionando em escolas públicas, nas quais, às vezes, faltam recursos para efetivar determinadas propostas de trabalho, ela garante que o mais importante não lhe falta: “Entusiasmo, criatividade, predisposição interna para a mudança, bem como o desejo de cativar as crianças e criar propostas inovadoras, que tornem as aulas mais criativas e façam a diferença na vida dos educandos”.
Formada em pedagogia, com especialização em planejamento educacional e psicopedagogia, ela acredita que o trabalho do educador produz a diferença quando ele gosta do que faz e busca uma formação continuada. “É preciso valorizar muito o professor”, salienta.
Na opinião de Ângela, o magistério é uma profissão capaz de formar pessoas que veem e compreendem a realidade, atuando nessa realidade como elemento de mudança e transformação. “Enquanto educa, o professor forma mentalidades que podem exercer a cidadania e lutar por uma sociedade mais justa e igualitária”, ressalta.
A professora revela que seu trabalho é todo subsidiado por projetos, originados principalmente dos interesses e necessidades do grupo de alunos. “Ao trabalhar com projetos, tornamos nosso currículo mais dinâmico, rico e significativo”, diz. Para ela, os projetos também permitem que a interdisciplinaridade ocorra de forma natural, além de instigar o interesse das crianças e o engajamento da família nas propostas de trabalho. Possibilitam ainda o entrelaçamento dos conhecimentos científicos e não científicos e permitem que as crianças se considerem integrantes do processo. “Aos poucos, elas vão se apropriando de nossa cultura e construindo seus conhecimentos”, enfatiza.
Resgate — O projeto premiado resgatou brincadeiras do tempo em que os pais dos estudantes eram crianças, de modo a ampliar o repertório de atividades lúdicas no cotidiano dos alunos. Procurou, também, integrar o estudo da vida e da obra de Cândido Portinari (1903-1962), com suas brincadeiras populares infantis. Uma parceria com a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Goiânia valorizou a prática da inclusão. Outra preocupação do projeto foi a de desenvolver experiências significativas por meio de múltiplas linguagens para incentivar a interação entre as crianças e promover a aprendizagem.
De acordo com Ângela, foi possível observar, na prática, que o resgate de brincadeiras mais antigas aproximou os pais da escola, abriu espaço para a criatividade e tornou as crianças mais amigas umas das outras. Contribuiu ainda para a valorização de brincadeiras que estavam esquecidas. “Notamos que o projeto permitiu uma prática mais reflexiva, que valorizou o conhecimento de mundo das crianças, de forma que esse conhecimento fosse vivido, sentido, percebido e explorado por meio de situações diversas”, argumenta a professora. Ela conclui que o trabalho permitiu o entrelaçamento entre o brincar, o cuidar e o educar, ao reconhecer a criança como sujeito de direitos com poder de imaginação, fantasia e criatividade.
Fátima Schenini
Saiba mais no Jornal do Professor
Professora no centro municipal de Educação Infantil Colemar Natal e Silva, em Goiânia, há cinco anos, Ângela de Lourdes Rezende e Araújo integra o grupo de vencedores da quinta edição do Prêmio Professores do Brasil. Ela concorreu com o projeto Brincadeiras de Crianças e Possibilidades de Integração com a Família. Desenvolvido inicialmente com 20 alunos da educação infantil, na faixa etária de cinco anos, o trabalho, voltado para o resgate de antigas brincadeiras, atraiu as famílias para a escola.
Moradora de Hidrolândia, a 30 quilômetros da capital, Ângela leciona desde os 16 anos, quando concluiu o curso de nível médio de magistério. Naquela época, descobriu a paixão pelo ensino. Mesmo lecionando em escolas públicas, nas quais, às vezes, faltam recursos para efetivar determinadas propostas de trabalho, ela garante que o mais importante não lhe falta: “Entusiasmo, criatividade, predisposição interna para a mudança, bem como o desejo de cativar as crianças e criar propostas inovadoras, que tornem as aulas mais criativas e façam a diferença na vida dos educandos”.
Formada em pedagogia, com especialização em planejamento educacional e psicopedagogia, ela acredita que o trabalho do educador produz a diferença quando ele gosta do que faz e busca uma formação continuada. “É preciso valorizar muito o professor”, salienta.
Na opinião de Ângela, o magistério é uma profissão capaz de formar pessoas que veem e compreendem a realidade, atuando nessa realidade como elemento de mudança e transformação. “Enquanto educa, o professor forma mentalidades que podem exercer a cidadania e lutar por uma sociedade mais justa e igualitária”, ressalta.
A professora revela que seu trabalho é todo subsidiado por projetos, originados principalmente dos interesses e necessidades do grupo de alunos. “Ao trabalhar com projetos, tornamos nosso currículo mais dinâmico, rico e significativo”, diz. Para ela, os projetos também permitem que a interdisciplinaridade ocorra de forma natural, além de instigar o interesse das crianças e o engajamento da família nas propostas de trabalho. Possibilitam ainda o entrelaçamento dos conhecimentos científicos e não científicos e permitem que as crianças se considerem integrantes do processo. “Aos poucos, elas vão se apropriando de nossa cultura e construindo seus conhecimentos”, enfatiza.
Resgate — O projeto premiado resgatou brincadeiras do tempo em que os pais dos estudantes eram crianças, de modo a ampliar o repertório de atividades lúdicas no cotidiano dos alunos. Procurou, também, integrar o estudo da vida e da obra de Cândido Portinari (1903-1962), com suas brincadeiras populares infantis. Uma parceria com a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Goiânia valorizou a prática da inclusão. Outra preocupação do projeto foi a de desenvolver experiências significativas por meio de múltiplas linguagens para incentivar a interação entre as crianças e promover a aprendizagem.
De acordo com Ângela, foi possível observar, na prática, que o resgate de brincadeiras mais antigas aproximou os pais da escola, abriu espaço para a criatividade e tornou as crianças mais amigas umas das outras. Contribuiu ainda para a valorização de brincadeiras que estavam esquecidas. “Notamos que o projeto permitiu uma prática mais reflexiva, que valorizou o conhecimento de mundo das crianças, de forma que esse conhecimento fosse vivido, sentido, percebido e explorado por meio de situações diversas”, argumenta a professora. Ela conclui que o trabalho permitiu o entrelaçamento entre o brincar, o cuidar e o educar, ao reconhecer a criança como sujeito de direitos com poder de imaginação, fantasia e criatividade.
Fátima Schenini
Saiba mais no Jornal do Professor
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
VAMOS TORCER! UMA ESCOLA PÚBLICA EM ALAGOAS, NO FESTIVAL DE CINEMA EM SÃO PAULO
Alunos de escola de AL são finalistas em festival nacional de cinema
Alunos da escola Conceição Lyra, de São Miguel dos Campos
Tomando como ponto de partida a sociedade brasileira e seus problemas, um curta-metragem produzido por alunos de uma escola de São Miguel dos Campos está classificado para a final de um festival nacional de cinema.
O curta “O Cidadão de Papel”, baseado em um livro com o mesmo nome, concorre com outros nove no 2° Festival de Literatura em Vídeo.
Após as etapas eliminatórias, foram selecionados 10 vídeos para votação através da internet. "O Cidadão de Papel" é o representante de Alagoas e do Nordeste no festival.
Essa não é a primeira vez que os alunos da Escola Conceição Lyra, de São Miguel dos Campos, chegam à final do concurso.
No ano passado outro curta-metragem produzido por eles, intitulado “Meninas da Noite”, foi para as finais do mesmo festival.
O professor Salomão D’Luna, que dirige o filme e dá aulas de artes cênicas na escola, explica que para participar do festival foi necessário apresentar um curta-metragem de até cinco minutos com base em algum livro das editoras Ática e Scipione.
Os melhores foram selecionados e passaram por nova seleção, até chegar aos 10 finalistas nacionais.
“Diferentemente do ano passado, em que concorremos com um curta que abordava a prostituição infantil, neste ano fizemos um trabalho musical que trata das mazelas sociais comuns em todas as regiões do Brasil.
Os alunos envolvidos no projeto têm entre 11 e 15 anos e ajudaram desde a produção até na própria composição do elenco”, explica.
A escolha do projeto vencedor será feita através do júri técnico e de voto popular pela internet, até o dia 20 deste mês. A premiação acontece em São Paulo, em fevereiro.
Alunos da escola Conceição Lyra, de São Miguel dos Campos
Tomando como ponto de partida a sociedade brasileira e seus problemas, um curta-metragem produzido por alunos de uma escola de São Miguel dos Campos está classificado para a final de um festival nacional de cinema.
O curta “O Cidadão de Papel”, baseado em um livro com o mesmo nome, concorre com outros nove no 2° Festival de Literatura em Vídeo.
Após as etapas eliminatórias, foram selecionados 10 vídeos para votação através da internet. "O Cidadão de Papel" é o representante de Alagoas e do Nordeste no festival.
Essa não é a primeira vez que os alunos da Escola Conceição Lyra, de São Miguel dos Campos, chegam à final do concurso.
No ano passado outro curta-metragem produzido por eles, intitulado “Meninas da Noite”, foi para as finais do mesmo festival.
O professor Salomão D’Luna, que dirige o filme e dá aulas de artes cênicas na escola, explica que para participar do festival foi necessário apresentar um curta-metragem de até cinco minutos com base em algum livro das editoras Ática e Scipione.
Os melhores foram selecionados e passaram por nova seleção, até chegar aos 10 finalistas nacionais.
“Diferentemente do ano passado, em que concorremos com um curta que abordava a prostituição infantil, neste ano fizemos um trabalho musical que trata das mazelas sociais comuns em todas as regiões do Brasil.
Os alunos envolvidos no projeto têm entre 11 e 15 anos e ajudaram desde a produção até na própria composição do elenco”, explica.
A escolha do projeto vencedor será feita através do júri técnico e de voto popular pela internet, até o dia 20 deste mês. A premiação acontece em São Paulo, em fevereiro.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
EXEMPLO DE SUPERAÇÃO
Um garoto de 21 anos, portador da síndrome de Down, resolveu prestar vestibular para o curso de Geografia e passou na 1ª lista da Universidade Federal de Goiás (UFG), neste primeiro semestre de 2012. Kalil Assis Tavares é de Jataí, no interior do estado, e é a primeira pessoa com esta necessidade especial que conseguiu passar na instituição – ele concorreu sem nenhum tipo de vantagem ou cota para tal. “A única vantagem concedida foi ter alguém para ler a prova para ele e a prova com letras maiores, porque ele tem baixa visão”, explicou sua mãe, a pedagoga Eunice Tavares. Após a conquista do ensino superior, ele pretende agora tirar uma carteira de habilitação. “A cada dia ele supera os obstáculos que vão surgindo e que sempre existem. Ele tem superado. Ele vai superar todos”, disse a orgulhosa genitora.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
ORIGEM DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS
A quarta-feira de cinzas é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão ocidental. As cinzas que os cristãos católicos recebem neste dia é um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte.
Ela ocorre quarenta dias antes da Páscoa sem contar os domingos ( que não são incluídos na Quaresma) ou quarenta e seis dias contando os domingos. Seu posicionamento varia a cada ano, dependendo da data da Páscoa. A data pode variar do começo de fevereiro até à segunda semana de março.
Alguns cristãos tratam a quarta-feira de cinzas como um dia para se lembrar a mortalidade da própria mortalidade. Missas são realizadas tradicionalmente nesse dia nas quais os participantes são abençoados com cinzas pelo padre que preside à cerimónia. O padre marca a testa de cada celebrante com cinzas, deixando uma marca que o cristão normalmente deixa em sua testa até ao pôr do sol, antes de lavá-la. Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Médio Oriente de jogar cinzas sobre a cabeça como símbolo de arrependimento perante Deus (como relatado diversas vezes na Bíblia). No Catolicismo Romano é um dia de jejum e abstinência.
Como é o primeiro dia da Quaresma, ele ocorre um dia após do carnaval. A Igreja Ortodoxa não observa a quarta-feira de cinzas, começando a quaresma já na segunda-feira anterior a ela.
Ela ocorre quarenta dias antes da Páscoa sem contar os domingos ( que não são incluídos na Quaresma) ou quarenta e seis dias contando os domingos. Seu posicionamento varia a cada ano, dependendo da data da Páscoa. A data pode variar do começo de fevereiro até à segunda semana de março.
Alguns cristãos tratam a quarta-feira de cinzas como um dia para se lembrar a mortalidade da própria mortalidade. Missas são realizadas tradicionalmente nesse dia nas quais os participantes são abençoados com cinzas pelo padre que preside à cerimónia. O padre marca a testa de cada celebrante com cinzas, deixando uma marca que o cristão normalmente deixa em sua testa até ao pôr do sol, antes de lavá-la. Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Médio Oriente de jogar cinzas sobre a cabeça como símbolo de arrependimento perante Deus (como relatado diversas vezes na Bíblia). No Catolicismo Romano é um dia de jejum e abstinência.
Como é o primeiro dia da Quaresma, ele ocorre um dia após do carnaval. A Igreja Ortodoxa não observa a quarta-feira de cinzas, começando a quaresma já na segunda-feira anterior a ela.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
ORIGEM DO SAMBA...FIQUE POR DENTRO!
Origem do Samba
O samba é uma dança animada com um ritmo forte e característico. Originou da África
e foi levado para a Bahia pelos escravos enviados para trabalhar nas plantações de açucar. A dança gradualmente perdeu sua natureza ritualista e eventualmente se tornou
a dança nacional brasileira. Na época de carnaval no Rio de Janeiro que colocou o samba no mapa ocidental, os baianos das plantações de açucar viajavam das aldeias
até o Rio para as festas anuais. Gradualmente a batida sutil e a nuança interpretativa
do samba levavam-nos rua acima dançando nos cafés e eventualmente até nos salões
de baile, tornou-se a alma dança do Brasil. Originalmente a dança teve movimentos de mão muito carcterístico, derivados de sua função ritualista, quando eram segurados pequenos recipientes de ervas aromáticas em cada uma das mãos e eram aproximadas do nariz do dançarino cuja fragância excitava. Havia muito trabalho de solo e antes de se tornar uma dança de salão, teve passos incorporados do maxixe. Os grandes dançarinos americanos, Irene e Castelo de Vernou, usou o samba nas suas rotinas profissionais, e assim começou a se espalhar. Mas provavelmente foi Carmem Miranda, a brasileira mais conhecida de todos, que com tremenda vitalidade e perícia de atriz, colocou o samba como o mais excitante e contagiante do mundo. No Brasil o desfile das escolas de samba, cresceu e o País desenvolveu seu próprio ballet artístico com ritmo de samba e movimentos básicos.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
ORIGEM DO FREVO...VOCÊ QUE FICOU EM CASA E NADA TEM A FAZER, CONFIRA!
O carnaval é uma data comemorativa bastante popular e comemorada com muita festa em praticamente todo o território brasileiro.Para esta festa, foram criados vários tipos de músicas e também de danças, sendo que seu estilo pode variar de região para região dentro de nosso imenso país.
Origem do frevo
Em Pernambuco, entre os anos de 1910 e 1911, ocorreu o aparecimento de um ritmo carnavalesco bastante animado e que é famoso até hoje: o frevo. A palavra frevo vem de ferver, uma vez que, o estilo de dança faz parecer que abaixo dos pés das pessoas exista uma superfície com água fervendo.
Características
Este estilo pernambucano de carnaval é um tipo de marchinha bastante acelerada, que, ao contrário de outras músicas carnavalescas, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto a multidão se diverte dançando.
Apesar de parecerem simples ao olhar, os passos do frevo são bem complicados, pois, esta dança inclui: gingados, malabarismos, rodopios, passinhos miúdos e muitos outros passos complicados.
Os dançarinos de frevo encantam com sua técnica e improvisação, sendo que esta última é bastante utilizada. Para complementar a beleza da dança, eles usam uma sombrinha ou guarda-chuva aberto enquanto dançam.
Como vimos, o frevo é tocado, contudo, em alguns casos, ele também pode ser cantado. Há ainda uma forma mais lenta de frevo, e esta, é chamada de frevo-canção.
Você sabia?
- É comemorado em 14 de setembro o Dia do Frevo.
Os passos do frevo teve origem nos movimentos da capoeira. A estilização dos passos foi resultado da perseguição pela polícia aos “capoeiras”, como eram conhecidos, que dançavam em rodas musicais com sombrinhas na mão para estilizar as armas utilizadas pelos seus perseguidores.
Em 1930, surge a divisão do frevo em três tipos: Frevo de Rua, Frevo Canção e Frevo de Bloco. Por ter ritmo e gingado contagiante, o frevo é hoje uma dança da multidão, na qual se confundem e misturam todas as classes sociais. É ouvido nas ruas ou nos salões, por ricos e pobres transmitindo energia positiva por todos os ângulos e nas facetas de cada passista.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
A ORIGEM DO CARNAVAL
O carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja por suas realizações em canto e dança, que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.
A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas.
Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência europeia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas de forma semelhante à de hoje.
A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. As famosas marchinhas carnavalescas foram acrescentadas, assim a festa cresceu em quantidade de participantes e em qualidade.
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola
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