Está aberto até 31 de março do próximo ano o período para novas adesões ao programa Mais Educação. Para 2013, 35.503 escolas da rede pública brasileira podem fazer a adesão, pela internet. Pelas previsões, serão incorporadas ao programa do Ministério da Educação mais 15 mil escolas. Às 32.268 já participantes será facultada a permanência.
Foram escolhidas para fazer a adesão instituições de ensino que tenham a maioria dos alunos atendida pelo programa Bolsa-Família, do governo federal, bem como unidades com índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) maior que 3.5 pontos e menor que 4.6 nos anos iniciais; 3.9 e 4.6 pontos nos anos finais do ensino fundamental. Também foram contempladas para adesão todas as escolas com menos de 3.5 pontos no Ideb.
As prefeituras das cidades que sediam essas 35.503 escolas foram informadas por meio de carta, enviada pelo MEC, sobre a possibilidade de adesão ao programa. A pactuação com o MEC relativa a repasse de recursos depende da aprovação dos projetos das escolas pelos municípios. O objetivo para 2013 é que todos as cidades brasileiras tenham escolas com o programa Mais Educação.
A adesão deve ser feita diretamente pelo gestor da unidade, na página do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Há a possibilidade de o prazo de 31 de março ser encerrado antecipadamente, pois o Simec fecha as inscrições automaticamente ao atingir o número previsto de 15 mil escolas.
A diretora de currículos e educação integral da educação básica do MEC, Jaqueline Moll, ressalta a importância do programa. “O Mais Educação é uma ação indutora da construção da agenda da educação integral no Brasil”, disse. “É preciso que todos os gestores que entram possam ter tempo de se apropriar disso.”
Para o ano que vem, a proposta do Mais Educação apresenta um redesenho dos atuais dez macrocampos do programa para cinco. Jaqueline garante que não há perda de conteúdo, somente uma reorganização do sistema.
Entre as atividades ofertadas pelas escolas de educação integral estão acompanhamento pedagógico; esporte e lazer; comunicação, uso de mídias e cultura digital e tecnológica; cultura, artes e educação patrimonial; educação ambiental e desenvolvimento sustentável e economia solidária e criativa. O programa prevê obrigatoriedade de pelo menos uma atividade de acompanhamento pedagógico.
Reforço -- A partir de 2013, o governo federal reforçará as ações do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, no âmbito do Mais Educação. Serão ofertadas atividades de letramento para os anos iniciais do ensino fundamental e de produção de texto para os anos finais.
De olho nas Olimpíadas de 2016, as escolas do Mais Educação poderão oferecer modalidades esportivas como badminton, luta olímpica e vôlei de praia, além de outras 19. Para as escolas que aderiram até 2011, a atividade de atletismo torna-se obrigatória, caso a unidade de ensino opte por desenvolver seis atividades.
Temas relacionados à promoção da saúde, direitos humanos, cultura de paz e ética e cidadania serão abordados na organização das atividades do macrocampo do uso de mídias e cultura digital e tecnológica. São oferecidas atividades de fotografia, jornal escolar, rádio escolar e vídeo, entre outras.
O Mais Educação teve início em 2008. O programa integra o eixo de acesso aos serviços públicos do programa Brasil sem Miséria, do governo federal, e contribui de forma estratégica para o enfrentamento da situação de pobreza com a oferta de educação em tempo integral, considerando-se a jornada diária de no mínimo sete horas.
Paula Filizola
sábado, 1 de dezembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
INCENTIVE A LEITURA...
A Feira do Livro na Escola, realizada desde 2004 pelo Colégio Estadual Padre Colbachini, de Nova Bassano, no nordeste do Rio Grande do Sul, já teve a participação de 55 escritores. O evento é a atividade principal do projeto Aluno Leitor, criado para estimular a formação de leitores entre os mais de 800 estudantes matriculados na instituição. A escola atende turmas da educação infantil, do ensino fundamental e médio e da educação profissional e de jovens e adultos.
Na visão da professora Giovane Bassani Deconto, que dá aulas de língua portuguesa a turmas do sétimo e nono anos, os contatos com os escritores têm levado a um aumento no interesse dos alunos pela leitura. Além de participar das atividades da Feira do Livro, Giovane adota projetos nas aulas. Folclore na Escola é um deles. “Por meio da música, do teatro e das lendas, o aluno se transforma em um verdadeiro cidadão, conhecedor de sua cultura, participativo e atuante”, diz a professora, formada em letras. Ela atua no magistério há mais de 15 anos.
“Por meio da leitura, os alunos conseguem desenvolver melhor as ideias nos textos que produzem, e a ortografia é favorecida”, relata a professora Alessandra Lopes de Oliveira, que dá aulas de português no ensino fundamental, no médio e em turmas de educação de jovens e adultos. Ela aproveita o interesse dos estudantes pelo teatro para estimular o aprendizado. “Os estudantes conseguem captar a alma das obras e fazem excelente releitura dos livros”, revela Alessandra, há 15 anos no magistério, com licenciatura em letras. “Eles também gostam de participar de peças teatrais, pois perdem o medo de falar em público e se divertem.”
Já a professora Marli Dagnese Fiorentin desenvolveu vários projetos durante os 32 anos de atuação no magistério para estimular a leitura e a escrita e integrar tecnologias. Com graduação em letras e especialização em tecnologias em educação, ela trabalha com alunos da educação infantil.
Blogue — A ferramenta tecnológica mais utilizada por Marli é o blogue. Ela participa de cinco pessoais, três colaborativos e 14 sobre projetos educativos. A professora leva as atividades de literatura para o espaço virtual, com projetos de intercâmbio escolar e também com escritores de obras apresentadas em sala de aula.
No blogue Livrolândia, os alunos trocam impressões sobre obras que leram. No Ficção versus Realidade, textos literários são o ponto de partida para o desenvolvimento de temas do cotidiano. Os blogues Debaixo de Mau Tempoe Verdade ou Consequência partem de obras lidas pelos alunos na Feira do Livro. Segundo Marli, na educação infantil, o foco das aulas de língua portuguesa está na alfabetização e no incentivo à leitura. Nesse caso, os blogues são usados para criar uma ponte com as famílias e também como um espaço para as crianças publicarem suas produções e participarem de jogos interativos, nos quais desenvolvem habilidades de letramento.
Em 2011, Marli desenvolveu o blogue Pintando o Sete, classificado como semifinalista no concurso internacional Fundação Telefônica. Este ano, ela criou o Diário da Galerinha, que contém o projeto Eu e Você, Aqui e Lá, que parte do livro, do mesmo nome, da escritora Letícia Möller. As crianças redesenharam o livro, que trata da vida de um menino brasileiro e de outro, marroquino. Confeccionaram objetos, tiraram fotografias de momentos do cotidiano para desenvolver a identidade e também apresentaram uma peça de teatro, durante visita da escritora à escola e em seminário que reuniu professores da região.
“Estamos trabalhando na releitura da lenda Negrinho do Pastoreio e desenvolvendo diversas atividades que vão culminar com a apresentação de uma peça teatral”, adianta Marli. “Com isso, reforçamos o conceito do respeito à diversidade, discutimos as questões do preconceito racial, da história da escravidão e da religiosidade de nosso povo.”
Na etapa de releitura da lenda são realizadas várias atividades, além da narração da história e da representação da mesma em desenhos. Dentre essas atividades está o estudo de aspectos que despertam o interesse das crianças, como a vida das formigas e raças de cavalos. “A cada ano, as atividades tornam-se cada vez mais significativas, pois o processo de leitura e releitura é contínuo”, diz a pedagoga Salete Cestonaro Bongiovanni, diretora da instituição desde 2007. Há 31 anos no magistério, Salete tem habilitação em séries iniciais, com pós-graduação em gestão, supervisão e orientação escolar.
Fátima Schenini
Saiba mais no Jornal do Professor
Confira o blogue do CE Padre Colbachini
sábado, 24 de novembro de 2012
ENADE DOMINGO
A edição de 2012 do Exame Nacional de Estudantes (Enade) será aplicada no próximo domingo, 25, de 13h às 17h (horário de Brasília), em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Ao todo, 587.351 alunos concluintes de cursos de graduação ou tecnológicos, matriculados em 1.871 instituições de educação superior, estão habilitados para participar das provas.
A responsabilidade pela inscrição dos estudantes no Enade é das próprias instituições. Porém, o concluinte dos cursos avaliados em 2012 que não comparecer à prova no domingo, sem amparo pelos critérios de dispensa previstos nas portarias normativas nº 40/2007 e nº 6/2012, fica em situação irregular junto ao Enade e não poderá concluir o curso de graduação, já que o exame é componente curricular obrigatório.
O Enade integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e tem como objetivo contribuir para a avaliação dos cursos de graduação por meio da verificação das competências, habilidades e conhecimentos desenvolvidos pelos estudantes em sua formação, em consonância com características do perfil profissional da área. Em 2012 serão avaliados os cursos de bacharelado em administração, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social, design, direito, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo, turismo, e os cursos superiores de tecnologia em gestão comercial, gestão de recursos humanos, gestão financeira, logística, marketing e processos gerenciais.
Assessoria de Imprensa do Inep
A responsabilidade pela inscrição dos estudantes no Enade é das próprias instituições. Porém, o concluinte dos cursos avaliados em 2012 que não comparecer à prova no domingo, sem amparo pelos critérios de dispensa previstos nas portarias normativas nº 40/2007 e nº 6/2012, fica em situação irregular junto ao Enade e não poderá concluir o curso de graduação, já que o exame é componente curricular obrigatório.
O Enade integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e tem como objetivo contribuir para a avaliação dos cursos de graduação por meio da verificação das competências, habilidades e conhecimentos desenvolvidos pelos estudantes em sua formação, em consonância com características do perfil profissional da área. Em 2012 serão avaliados os cursos de bacharelado em administração, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social, design, direito, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo, turismo, e os cursos superiores de tecnologia em gestão comercial, gestão de recursos humanos, gestão financeira, logística, marketing e processos gerenciais.
Assessoria de Imprensa do Inep
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
ENEM - SAIBA MAIS...
Foram divulgados nesta quinta-feira, 22, os dados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por escola, referentes à edição de 2011. Foi de 474,2 pontos a média nacional dos cerca de 891 mil alunos da rede pública que fizeram a prova em 2011, enquanto os quase 247 mil alunos de escolas particulares alcançaram a média foi 569,2 pontos.
Ao apresentar os dados, acompanhado do presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Luiz Cláudio Costa, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, frisou que os resultados do Enem por Escola 2011 servem somente como um diagnóstico.
“É para que cada escola do Brasil possa fazer uma análise pedagógica bem criteriosa de como seus estudantes evoluíram”, salientou o ministro. “O Enem não é um ranking entre as escolas. Ele é insuficiente como instrumento de avaliação do estabelecimento. O Enem avalia o aluno. Não podemos comparar as escolas, com naturezas distintas. Por exemplo, a maioria das escolas do Brasil são de portas abertas. No entanto, escolas que selecionam os ingressantes tendem a ter um desempenho melhor”, pontuou Mercadante.
A metodologia utilizada para calcular os resultados do Enem por Escola é semelhante à usada na Prova Brasil e só levou em consideração, para fins de divulgação, escolas com no mínimo 10 participantes no Enem e 50% de taxa de participação dos concluintes do ensino médio. Segundo o ministro, o método foi “o mais objetivo possível” e por isso a média final levou em conta somente as quatro provas objetivas.
Com este perfil, foram consideradas 10.076 escolas, o que representa 40,56% do universo total do exame. Não foram incluídas na média nacional 1.185 escolas com menos de 10 participantes e 13.581 que tiveram índice de participação menor do que 50%. Do total de escolas contempladas, 199 eram federais, 4.968 estaduais, 111 municipais e 4.798 privadas.
Segundo Mercadante, o MEC está planejando um seminário com as melhores escolas do país, tanto públicas e privadas, para contribuir com o conjunto da rede de ensino brasileira. “Queremos trocar experiências para estimular as outras escolas”, contou.
Cotas – O ministro aproveitou os dados do Enem por Escola 2011 para fazer uma projeção com base na lei de cotas sociais e raciais, que entrará em vigor no ano que vem. Ele observou que, do total de 891 mil candidatos da rede pública, os 37,5 mil concluintes do ensino médio com melhor desempenho, que corresponderiam aos 12,5% favorecidos pela lei, alcançaram em 2011 uma média de 630,4 pontos – bem superior à média nacional de 474,2 pontos.
Assessoria de Comunicação Social
Acesse a apresentação usada pelo ministro
Ao apresentar os dados, acompanhado do presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Luiz Cláudio Costa, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, frisou que os resultados do Enem por Escola 2011 servem somente como um diagnóstico.
“É para que cada escola do Brasil possa fazer uma análise pedagógica bem criteriosa de como seus estudantes evoluíram”, salientou o ministro. “O Enem não é um ranking entre as escolas. Ele é insuficiente como instrumento de avaliação do estabelecimento. O Enem avalia o aluno. Não podemos comparar as escolas, com naturezas distintas. Por exemplo, a maioria das escolas do Brasil são de portas abertas. No entanto, escolas que selecionam os ingressantes tendem a ter um desempenho melhor”, pontuou Mercadante.
A metodologia utilizada para calcular os resultados do Enem por Escola é semelhante à usada na Prova Brasil e só levou em consideração, para fins de divulgação, escolas com no mínimo 10 participantes no Enem e 50% de taxa de participação dos concluintes do ensino médio. Segundo o ministro, o método foi “o mais objetivo possível” e por isso a média final levou em conta somente as quatro provas objetivas.
Com este perfil, foram consideradas 10.076 escolas, o que representa 40,56% do universo total do exame. Não foram incluídas na média nacional 1.185 escolas com menos de 10 participantes e 13.581 que tiveram índice de participação menor do que 50%. Do total de escolas contempladas, 199 eram federais, 4.968 estaduais, 111 municipais e 4.798 privadas.
Segundo Mercadante, o MEC está planejando um seminário com as melhores escolas do país, tanto públicas e privadas, para contribuir com o conjunto da rede de ensino brasileira. “Queremos trocar experiências para estimular as outras escolas”, contou.
Cotas – O ministro aproveitou os dados do Enem por Escola 2011 para fazer uma projeção com base na lei de cotas sociais e raciais, que entrará em vigor no ano que vem. Ele observou que, do total de 891 mil candidatos da rede pública, os 37,5 mil concluintes do ensino médio com melhor desempenho, que corresponderiam aos 12,5% favorecidos pela lei, alcançaram em 2011 uma média de 630,4 pontos – bem superior à média nacional de 474,2 pontos.
Assessoria de Comunicação Social
Acesse a apresentação usada pelo ministro
terça-feira, 20 de novembro de 2012
PREMIAÇÃO AOS ESTUDANTES 5º CONCURSO DE REDAÇÃO
Em cerimônia realizada no Congresso Nacional na manhã desta segunda-feira, 19, foram premiados os 27 estudantes de ensino médio, um de cada unidade da federação, que se destacaram ao escrever sobre a realidade do seu município diante dos desafios atuais no Brasil. Meu Município, Meu Brasil foi o tema do 5º Concurso de Redação do Senado Federal, realizado em parceria com o Ministério da Educação e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).
Aluna de Junqueiro, em Alagoas, Layane Rayelle Silva Marinho, 16 anos, Escola Estadual Padre Aurélio Góes, tirou o primeiro lugar no concurso. “O título da minha redação foi Brasil, uma mãe gentil para os filhos dos seus municípios. Fiz um paralelo envolvendo o Hino Nacional com os problemas sociais e econômicos do meu estado, da minha cidade e do Brasil, como a corrupção”, conta a estudante.
Com a redação intitulada Minha cidade berço de um patrimônio imaterial, a aluna Bruna Clemente Gontijo, 17 anos, de Bom Despacho, Minas Gerais, ficou com o segundo lugar. Ela escreveu sobre um dialeto, chamado Língua do Negro da Costa ou Língua de Tabatinga, ainda falado no bairro de Ana Rosa, na periferia da cidade.
“Bom Despacho ficava próxima a uma área mineradora e os escravos conversavam nesse dialeto, que depois foi sendo misturado ao português”, explicou Bruna. “Não imaginava que poderia ganhar, e fiquei muito orgulhosa de descobrir algo e poder transmitir isso para as pessoas e de mostrar a importância de preservar esse dialeto”, conta a aluna do Colégio Tiradentes da Polícia Militar.
O terceiro lugar ficou com Rodrigo de Brito Sá, 17 anos. O tema de sua redação foi Meu município, uma peça no quebra-cabeça do Brasil. Morador de Monsenhor Hipólito, cidade de apenas 8 mil habitantes, o estudante do terceiro ano da Unidade Escolar José Alves Bezerra mostrou que o município integra o Brasil e destacou os vários estudantes talentosos que já saíram de lá.
Os 27 alunos premiados receberam medalha e um notebook. Os três primeiros ganharam troféu. Após a premiação, todos os estudantes foram empossados como Jovens Senadores, no plenário do Senado Federal. Durante três dias, eles apresentarão pré-projetos de leis que poderão depois entrar em tramitação. No último ano, seis propostas apresentadas por estudantes vencedores do concurso de redação viraram projetos de leis.
“Participando de concursos de redações como esse e vindo aqui para o Senado, participando dos debates e propondo projetos de leis, eles vão aprimorando a sua visão como cidadãos e buscando intervir nos contextos das suas comunidades com mais consciência. Sem isso, não teremos como construir uma pátria livre e soberana”, afirma Danilo de Melo Souza, secretário de educação do Tocantins e vice-presidente do Consed.
Nayane Rodrigues da Silva, 17 anos, aluna da Escola Estadual Brigadeiro João Camarão Teles Ribeiro, em Manaus, vai propor um projeto de lei para valorizar os professores, incluindo aumento do piso salarial e mais cursos de qualificação. “Se tiver toda essa atenção para os professores, eles vão dar aula com mais gosto e vamos ter um olhar diferenciado também para os alunos”, afirma.
Em 2013, o tema do concurso de redação do Senado Federal será Buscar voz para ter vez: cidadania, democracia e participação.
Rovênia Amorim
Aluna de Junqueiro, em Alagoas, Layane Rayelle Silva Marinho, 16 anos, Escola Estadual Padre Aurélio Góes, tirou o primeiro lugar no concurso. “O título da minha redação foi Brasil, uma mãe gentil para os filhos dos seus municípios. Fiz um paralelo envolvendo o Hino Nacional com os problemas sociais e econômicos do meu estado, da minha cidade e do Brasil, como a corrupção”, conta a estudante.
Com a redação intitulada Minha cidade berço de um patrimônio imaterial, a aluna Bruna Clemente Gontijo, 17 anos, de Bom Despacho, Minas Gerais, ficou com o segundo lugar. Ela escreveu sobre um dialeto, chamado Língua do Negro da Costa ou Língua de Tabatinga, ainda falado no bairro de Ana Rosa, na periferia da cidade.
“Bom Despacho ficava próxima a uma área mineradora e os escravos conversavam nesse dialeto, que depois foi sendo misturado ao português”, explicou Bruna. “Não imaginava que poderia ganhar, e fiquei muito orgulhosa de descobrir algo e poder transmitir isso para as pessoas e de mostrar a importância de preservar esse dialeto”, conta a aluna do Colégio Tiradentes da Polícia Militar.
O terceiro lugar ficou com Rodrigo de Brito Sá, 17 anos. O tema de sua redação foi Meu município, uma peça no quebra-cabeça do Brasil. Morador de Monsenhor Hipólito, cidade de apenas 8 mil habitantes, o estudante do terceiro ano da Unidade Escolar José Alves Bezerra mostrou que o município integra o Brasil e destacou os vários estudantes talentosos que já saíram de lá.
Os 27 alunos premiados receberam medalha e um notebook. Os três primeiros ganharam troféu. Após a premiação, todos os estudantes foram empossados como Jovens Senadores, no plenário do Senado Federal. Durante três dias, eles apresentarão pré-projetos de leis que poderão depois entrar em tramitação. No último ano, seis propostas apresentadas por estudantes vencedores do concurso de redação viraram projetos de leis.
“Participando de concursos de redações como esse e vindo aqui para o Senado, participando dos debates e propondo projetos de leis, eles vão aprimorando a sua visão como cidadãos e buscando intervir nos contextos das suas comunidades com mais consciência. Sem isso, não teremos como construir uma pátria livre e soberana”, afirma Danilo de Melo Souza, secretário de educação do Tocantins e vice-presidente do Consed.
Nayane Rodrigues da Silva, 17 anos, aluna da Escola Estadual Brigadeiro João Camarão Teles Ribeiro, em Manaus, vai propor um projeto de lei para valorizar os professores, incluindo aumento do piso salarial e mais cursos de qualificação. “Se tiver toda essa atenção para os professores, eles vão dar aula com mais gosto e vamos ter um olhar diferenciado também para os alunos”, afirma.
Em 2013, o tema do concurso de redação do Senado Federal será Buscar voz para ter vez: cidadania, democracia e participação.
Rovênia Amorim
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
ESCOLAS E NOVAS IDEIAS
Rio de Janeiro — Os estudantes da Escola-Parque da Barra, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, são incentivados a participar de oficinas e exposições. Assim, ampliam os conhecimentos e compartilham o que sabem com outras pessoas. Durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNTC) de 2012, estudantes da instituição, de educação básica, apresentaram experiências científicas na Tenda da Ciência, armada na Fundação Planetário, na Gávea [Zona Sul].
“A ideia é que os alunos levem a ciência para a rua”, diz a professora Luciana Salles, que dá aulas de robótica no ensino fundamental e médio. Ela explica que os estudantes aprendem a transformar a ciência em algo prazeroso e interessante e a usar linguagem a ser entendida por qualquer pessoa.
Nos eventos externos, os estudantes também aproveitam o contato com gente e realidades diferentes. “Isso é importante”, ressalta a professora. “Quando forem trabalhar, terão de atuar em equipe e interagir com diferentes pessoas.”
De acordo com Luciana, a escola está preocupada com a questão ambiental e em educar para a sustentabilidade. Nesse sentido, a cada ano letivo promove uma exposição, a Semana da Ciência, Cultura e Cidadania da Escola-Parque, este ano realizada nos dias 20 e 27 últimos.
Outra atividade desenvolvida pela escola, na área ambiental, é o Projeto Pantanal. No fim deste mês, estudantes do ensino médio e professores estiveram no Pantanal Mato-Grossense para conhecer a flora e a fauna da região e promover oficinas com a comunidade. Fotografia, cinema, música e projetos sustentáveis, como o sabão feito com óleo de cozinha usado, são alguns dos temas propostos. “Acreditamos que o trabalho de campo deve ser experimentado já a partir do ensino médio, para que os alunos possam ir participando dessa experiência”, enfatiza Luciana.
Pedagoga, especializada em educação com aplicação da informática, ela está há 20 anos no magistério, 11 dos quais na escola-parque. Ela coordena o projeto Ciência e Arte, que oferece cursos complementares à carga regular das disciplinas de ensino médio, em diferentes áreas do conhecimento. A cada início de ano, os estudantes escolhem as aulas para participar. Cinema, grafite, teatro, projetos sustentáveis e mudanças climáticas são algumas delas.
Fátima Schenini
“A ideia é que os alunos levem a ciência para a rua”, diz a professora Luciana Salles, que dá aulas de robótica no ensino fundamental e médio. Ela explica que os estudantes aprendem a transformar a ciência em algo prazeroso e interessante e a usar linguagem a ser entendida por qualquer pessoa.
Nos eventos externos, os estudantes também aproveitam o contato com gente e realidades diferentes. “Isso é importante”, ressalta a professora. “Quando forem trabalhar, terão de atuar em equipe e interagir com diferentes pessoas.”
De acordo com Luciana, a escola está preocupada com a questão ambiental e em educar para a sustentabilidade. Nesse sentido, a cada ano letivo promove uma exposição, a Semana da Ciência, Cultura e Cidadania da Escola-Parque, este ano realizada nos dias 20 e 27 últimos.
Outra atividade desenvolvida pela escola, na área ambiental, é o Projeto Pantanal. No fim deste mês, estudantes do ensino médio e professores estiveram no Pantanal Mato-Grossense para conhecer a flora e a fauna da região e promover oficinas com a comunidade. Fotografia, cinema, música e projetos sustentáveis, como o sabão feito com óleo de cozinha usado, são alguns dos temas propostos. “Acreditamos que o trabalho de campo deve ser experimentado já a partir do ensino médio, para que os alunos possam ir participando dessa experiência”, enfatiza Luciana.
Pedagoga, especializada em educação com aplicação da informática, ela está há 20 anos no magistério, 11 dos quais na escola-parque. Ela coordena o projeto Ciência e Arte, que oferece cursos complementares à carga regular das disciplinas de ensino médio, em diferentes áreas do conhecimento. A cada início de ano, os estudantes escolhem as aulas para participar. Cinema, grafite, teatro, projetos sustentáveis e mudanças climáticas são algumas delas.
Fátima Schenini
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
PROJOVEM - SAIBA MAIS SOBRE ISSO
A edição de 2012 do Programa Nacional de Inclusão de Jovens, o Projovem Urbano, está sendo implementada em 309 municípios, com 104.804 pessoas matriculadas. A iniciativa, que tem duração de 18 meses, combina elementos essenciais para a formação integral de jovens de 18 a 29 anos a partir da efetiva associação entre a elevação da escolaridade e a qualificação profissional com a promoção de experiências de atuação social na comunidade. A elevação da escolaridade se dá por meio da conclusão do ensino fundamental; a qualificação profissional, com a certificação de formação inicial.
A partir deste ano, o programa amplia a base territorial de atendimento aos municípios de população igual ou superior a 100 mil habitantes, além de possibilitar a oferta de atendimento educacional especializado e a contratação de tradutor e intérprete da língua brasileira de sinais (libras) para turmas específicas. O programa também vai oferecer salas de acolhimento para crianças até 8 anos, filhos de estudantes do Projovem Urbano. É uma forma de garantir a permanência nos estudos de jovens que deixam de frequentar as aulas por não ter com quem deixar os filhos. O programa conta este ano com 4.032 educadores. Outros 906 educadores foram contratados para as salas de acolhimento.
Encontro — Em Pernambuco, são atendidos sete mil jovens, em 51 municípios. Na semana passada, o 3º Encontro Estadual do Projovem Urbano reuniu, em Olinda, 1,5 mil estudantes que há quatro meses frequentam as aulas do programa. Durante o evento, sob o tema Projovem Urbano e Trabalho Decente: Trajetórias e Desafios, foram apresentadas aos jovens as possibilidades e as oportunidades de inserção no mercado de trabalho a partir da qualificação profissional.
Segundo o coordenador do programa em Pernambuco, Genilson Marinho, o objetivo do encontro foi integrar os estudantes de todos os setores do estado. “É importante mostrar a eles as possibilidades futuras de trabalho que os estudos proporcionam”, disse. “Ações como essa fazem a diferença para os estudantes e os motivam a seguir em frente.”
De acordo com Marinho, o estado vai oferecer, em 2013, mais 7 mil vagas e, com isso, dobrar o número de beneficiados.
Articulação — Desde 2011, o Projovem Urbano é desenvolvido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, na modalidade de educação de jovens e adultos. A execução cabe às secretarias municipais e estaduais de educação. Seu funcionamento está articulado a políticas de juventude e demais iniciativas educacionais, como o Brasil Alfabetizado, o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja) e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
Assessoria de Comunicação Social
A partir deste ano, o programa amplia a base territorial de atendimento aos municípios de população igual ou superior a 100 mil habitantes, além de possibilitar a oferta de atendimento educacional especializado e a contratação de tradutor e intérprete da língua brasileira de sinais (libras) para turmas específicas. O programa também vai oferecer salas de acolhimento para crianças até 8 anos, filhos de estudantes do Projovem Urbano. É uma forma de garantir a permanência nos estudos de jovens que deixam de frequentar as aulas por não ter com quem deixar os filhos. O programa conta este ano com 4.032 educadores. Outros 906 educadores foram contratados para as salas de acolhimento.
Encontro — Em Pernambuco, são atendidos sete mil jovens, em 51 municípios. Na semana passada, o 3º Encontro Estadual do Projovem Urbano reuniu, em Olinda, 1,5 mil estudantes que há quatro meses frequentam as aulas do programa. Durante o evento, sob o tema Projovem Urbano e Trabalho Decente: Trajetórias e Desafios, foram apresentadas aos jovens as possibilidades e as oportunidades de inserção no mercado de trabalho a partir da qualificação profissional.
Segundo o coordenador do programa em Pernambuco, Genilson Marinho, o objetivo do encontro foi integrar os estudantes de todos os setores do estado. “É importante mostrar a eles as possibilidades futuras de trabalho que os estudos proporcionam”, disse. “Ações como essa fazem a diferença para os estudantes e os motivam a seguir em frente.”
De acordo com Marinho, o estado vai oferecer, em 2013, mais 7 mil vagas e, com isso, dobrar o número de beneficiados.
Articulação — Desde 2011, o Projovem Urbano é desenvolvido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, na modalidade de educação de jovens e adultos. A execução cabe às secretarias municipais e estaduais de educação. Seu funcionamento está articulado a políticas de juventude e demais iniciativas educacionais, como o Brasil Alfabetizado, o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja) e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
Assessoria de Comunicação Social
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
INFORMAÇÃO IMPORTANTE PROUNI
A partir desta sexta-feira, 16, até às 23h59 do dia 5 de dezembro de 2012, as instituições de ensino superior interessadas em aderir ao Programa Universidade para Todos (ProUni) deverão emitir termo de adesão, por meio de sua mantenedora. A adesão deve ser feita exclusivamente pelo Sistema Informatizado do ProUni (Sisprouni), disponível na internet.
De acordo com a portaria normativa n° 22, publicada nesta quarta-feira, 14, no Diário Oficial da União, as instituições de ensino superior que possuírem mais de um local de oferta de cursos deverão firmar termo de adesão específico para cada local, abrangendo todos os cursos e turnos.
As instituições também precisam informar o tipo de bolsas de estudo que pretendem oferecer – integral ou parcial, em cursos de graduação ou sequenciais de formação específica. De acordo com a portaria, o cálculo do valor da bolsa deve incluir, além das mensalidades, a matrícula e os custos extras, como no caso de estudantes que precisam refazer uma matéria em caso de reprovação.
Mantenedoras – As mantenedoras que quiserem aderir ao ProUni deverão formalizar interesse no Sisprouni, entre 16 de novembro e 23h59 do dia 28 de novembro. A adesão será precedida de consulta ao cadastro informativo de créditos não quitados do Setor Público Federal (Cadin).
No termo de adesão, a mantenedora deverá nomear um coordenador do ProUni para cada local de oferta. O coordenador será responsável pelo registro de todos os procedimentos operacionais especificados no Sisprouni. É facultada à mantenedora a nomeação de até cinco representantes do coordenador em cada local de oferta. O coordenador e demais representantes precisam obrigatoriamente ser funcionários das instituições de ensino superior.
O programa – Criado em 2004, o ProUni tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo, em instituições privadas de educação superior, a estudantes egressos do ensino médio da rede pública, ou da rede particular, na condição de bolsistas integrais, caso comprovem renda per capita familiar máxima de três salários mínimos. Em contrapartida, o governo federal oferece isenção de alguns tributos àquelas instituições de ensino que aderirem ao programa.
O ProUni conta com um sistema de seleção informatizado e impessoal, que confere transparência e segurança ao processo. Os candidatos são selecionados pelas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Desde a sua criação, o ProUni já atendeu mais de um milhão de estudantes, sendo mais da metade deles com bolsa de estudos integral. O ProUni possui também ações conjuntas de incentivo à permanência dos estudantes nas instituições, como a Bolsa Permanência, os convênios de estágio MEC/Caixa e MEC/Febraban e ainda o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que possibilita ao bolsista parcial financiar até 100% da mensalidade não coberta pela bolsa do programa.
Assessoria de Comunicação Social
De acordo com a portaria normativa n° 22, publicada nesta quarta-feira, 14, no Diário Oficial da União, as instituições de ensino superior que possuírem mais de um local de oferta de cursos deverão firmar termo de adesão específico para cada local, abrangendo todos os cursos e turnos.
As instituições também precisam informar o tipo de bolsas de estudo que pretendem oferecer – integral ou parcial, em cursos de graduação ou sequenciais de formação específica. De acordo com a portaria, o cálculo do valor da bolsa deve incluir, além das mensalidades, a matrícula e os custos extras, como no caso de estudantes que precisam refazer uma matéria em caso de reprovação.
Mantenedoras – As mantenedoras que quiserem aderir ao ProUni deverão formalizar interesse no Sisprouni, entre 16 de novembro e 23h59 do dia 28 de novembro. A adesão será precedida de consulta ao cadastro informativo de créditos não quitados do Setor Público Federal (Cadin).
No termo de adesão, a mantenedora deverá nomear um coordenador do ProUni para cada local de oferta. O coordenador será responsável pelo registro de todos os procedimentos operacionais especificados no Sisprouni. É facultada à mantenedora a nomeação de até cinco representantes do coordenador em cada local de oferta. O coordenador e demais representantes precisam obrigatoriamente ser funcionários das instituições de ensino superior.
O programa – Criado em 2004, o ProUni tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo, em instituições privadas de educação superior, a estudantes egressos do ensino médio da rede pública, ou da rede particular, na condição de bolsistas integrais, caso comprovem renda per capita familiar máxima de três salários mínimos. Em contrapartida, o governo federal oferece isenção de alguns tributos àquelas instituições de ensino que aderirem ao programa.
O ProUni conta com um sistema de seleção informatizado e impessoal, que confere transparência e segurança ao processo. Os candidatos são selecionados pelas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Desde a sua criação, o ProUni já atendeu mais de um milhão de estudantes, sendo mais da metade deles com bolsa de estudos integral. O ProUni possui também ações conjuntas de incentivo à permanência dos estudantes nas instituições, como a Bolsa Permanência, os convênios de estágio MEC/Caixa e MEC/Febraban e ainda o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que possibilita ao bolsista parcial financiar até 100% da mensalidade não coberta pela bolsa do programa.
Assessoria de Comunicação Social
sábado, 10 de novembro de 2012
SAIBA TUDO SOBRE O ENEM
Redação mobiliza mais de 5,6 mil corretores a partir da próxima semana
Os 4,1 milhões de estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos dias 3 e 4 últimos terão acesso ao espelho de correção digitalizado da redação, para fins pedagógicos, a partir de 15 de fevereiro do próximo ano. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela realização do Enem, 5.683 profissionais farão a correção. O trabalho terá início na próxima semana.
A correção avalia cinco competências:
1. Domínio da norma padrão da língua escrita
2. Compreensão da proposta de redação e aplicação de conceitos das várias áreas do conhecimento para o desenvolvimento do tema nos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo
3. Capacidade de selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista
4. Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários à construção da argumentação
5. Elaboração de proposta de intervenção para o problema abordado, respeitados os direitos humanos.
A pontuação em cada competência pode variar até 200 pontos. A nota máxima da redação é de mil pontos.
A partir desta edição, a redação será examinada por dois corretores, sem que um conheça a nota atribuída pelo outro. Caso haja diferença na nota final superior a 200 pontos, o texto será avaliado por um terceiro corretor. Em anos anteriores, isso ocorria quando a discrepância entre as duas primeiras notas superava os 300 pontos.
Também a partir deste ano, será acionada uma banca examinadora de excelência caso a diferença entre as notas dos três avaliadores permaneça superior a 200 pontos. Composta por três professores, a banca será responsável pela atribuição da nota final ao participante. O máximo é de mil pontos. A nota final será a média aritmética daquelas atribuídas pelos avaliadores.
Na hipótese de a nota do primeiro corretor ser de 640 pontos e a do segundo, 480 — diferença inferior a 200 pontos —, a nota final da redação desse candidato será a média aritmética das duas. No entanto, caso a de um corretor, na competência 1, seja 160 e a de outro, 40, a redação será encaminhada ao terceiro avaliador. Se a terceira nota, nessa competência, se aproximar daquela atribuída por um dos dois corretores anteriores, não haverá necessidade de intervenção da banca examinadora. A avaliação mais baixa será eliminada.
O estudante terá nota zero na redação se fugir ao tema proposto, apresentar estrutura textual que não seja a do tipo dissertativo-argumentativo, entregar folha em branco ou com sete linhas ou menos, copiar os textos motivadores e reproduzir impropérios, desenhos ou palavras de desrespeito aos direitos humanos.
O Inep estima que das 4,1 milhões de redações corrigidas, cerca de 1,2 milhão receberão a terceira correção e que aproximadamente 200 mil sejam avaliadas pela banca.
Capacitação — Os corretores passaram por dois meses de treinamento presencial e a distância, no qual foram abordadas as especificidades de cada competência e o conjunto do texto. Nesta semana e na próxima, os profissionais passam por nova capacitação, voltada para a correção do tema — O Movimento Imigratório para o Brasil no Século 21. No dia 14 próximo, serão submetidos a pré-teste de avaliação da capacidade de proceder à correção de acordo com o padrão estabelecido pela banca examinadora.
Após a fase de correção, as redações estarão disponíveis para visualização na página do Inep na internet. Os estudantes terão acesso com a senha pessoal gerada no momento em que fizeram a inscrição para o exame.
Assessoria de Comunicação Social
Republicada com correção de informações
A correção avalia cinco competências:
1. Domínio da norma padrão da língua escrita
2. Compreensão da proposta de redação e aplicação de conceitos das várias áreas do conhecimento para o desenvolvimento do tema nos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo
3. Capacidade de selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista
4. Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários à construção da argumentação
5. Elaboração de proposta de intervenção para o problema abordado, respeitados os direitos humanos.
A pontuação em cada competência pode variar até 200 pontos. A nota máxima da redação é de mil pontos.
A partir desta edição, a redação será examinada por dois corretores, sem que um conheça a nota atribuída pelo outro. Caso haja diferença na nota final superior a 200 pontos, o texto será avaliado por um terceiro corretor. Em anos anteriores, isso ocorria quando a discrepância entre as duas primeiras notas superava os 300 pontos.
Também a partir deste ano, será acionada uma banca examinadora de excelência caso a diferença entre as notas dos três avaliadores permaneça superior a 200 pontos. Composta por três professores, a banca será responsável pela atribuição da nota final ao participante. O máximo é de mil pontos. A nota final será a média aritmética daquelas atribuídas pelos avaliadores.
Na hipótese de a nota do primeiro corretor ser de 640 pontos e a do segundo, 480 — diferença inferior a 200 pontos —, a nota final da redação desse candidato será a média aritmética das duas. No entanto, caso a de um corretor, na competência 1, seja 160 e a de outro, 40, a redação será encaminhada ao terceiro avaliador. Se a terceira nota, nessa competência, se aproximar daquela atribuída por um dos dois corretores anteriores, não haverá necessidade de intervenção da banca examinadora. A avaliação mais baixa será eliminada.
O estudante terá nota zero na redação se fugir ao tema proposto, apresentar estrutura textual que não seja a do tipo dissertativo-argumentativo, entregar folha em branco ou com sete linhas ou menos, copiar os textos motivadores e reproduzir impropérios, desenhos ou palavras de desrespeito aos direitos humanos.
O Inep estima que das 4,1 milhões de redações corrigidas, cerca de 1,2 milhão receberão a terceira correção e que aproximadamente 200 mil sejam avaliadas pela banca.
Capacitação — Os corretores passaram por dois meses de treinamento presencial e a distância, no qual foram abordadas as especificidades de cada competência e o conjunto do texto. Nesta semana e na próxima, os profissionais passam por nova capacitação, voltada para a correção do tema — O Movimento Imigratório para o Brasil no Século 21. No dia 14 próximo, serão submetidos a pré-teste de avaliação da capacidade de proceder à correção de acordo com o padrão estabelecido pela banca examinadora.
Após a fase de correção, as redações estarão disponíveis para visualização na página do Inep na internet. Os estudantes terão acesso com a senha pessoal gerada no momento em que fizeram a inscrição para o exame.
Assessoria de Comunicação Social
Republicada com correção de informações
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
DESAFIO NA EDUCAÇÃO - ALFABETIZAR
Alfabetizar plenamente todas as crianças até a idade de oito anos, sem exceção, nas 27 unidades federativas. Este é o desafio do governo federal nos próximos anos. Para cumprir a meta, a presidenta da República, Dilma Rousseff, acompanhada do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, lançou nesta quinta-feira, 8, o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, em cerimônia no Palácio do Planalto.
"Nós sabemos sem sombra de dúvidas que um caminho, do ponto de vista de sua perenidade, mais que outros, tem o poder de assegurar o acesso das pessoas a igualdade de oportunidades: é a educação”, afirmou a presidenta. “O pacto tem o caráter da urgência das tarefas inadiáveis. Esse caráter de urgência se soma a um caráter estratégico que temos sobre uma visão de futuro para o país. Sem o pacto, não teremos igualdade efetiva no país”, concluiu.
Com investimento inicial de R$ 2,7 bilhões, o pacto é uma articulação inédita com todos os secretários estaduais de educação e, até o momento, 5.271 municípios. O pacto envolve aproximadamente 8 milhões de alunos, nos três primeiros anos do ensino fundamental, distribuídos em 400 mil turmas, de 108 mil escolas da rede pública.
O eixo principal do pacto será a oferta de cursos de formação continuada para 360 mil professores alfabetizadores, com tutoria permanente e auxílio de 18 mil orientadores de estudo capacitados em 36 universidades públicas. O MEC também distribuirá mais de 60 milhões de livros didáticos, além de jogos pedagógicos. O esforço coordenado tem a finalidade de reverter o atual cenário do país, em que a média nacional de crianças não alfabetizadas até os oito anos chega a 15,2% – de acordo com dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A presidenta ainda anunciou que, para 2014, o governo federal concederá um prêmio de R$ 500 milhões distribuídos entre professores e escolas que mostrarem mais avanços no processo de alfabetização. A comissão que avaliará professores e escolas será formada por representantes do MEC, União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed).
“Este é um objetivo estruturante para a educação. Eu diria que este desafio que temos pela frente é a raiz de toda a desigualdade social e regional do nosso país. É o caminho para construirmos um país mais moderno e desenvolvido, com a igualdade de oportunidades. Sem esses instrumentos essas crianças não têm condições de se desenvolver”, salientou Mercadante.
Entre as ações do pacto estão previstas avaliações diagnósticas contínuas em sala de aula, conduzidas pelos professores. Também serão aplicadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) avaliações anuais aos concluintes do segundo e terceiro anos do ensino fundamental. “Todas as crianças serão avaliadas aos sete e oito anos, para sabermos exatamente o que está acontecendo em cada sala de aula, em cada escola. Com isso, podemos apoiar e superar as dificuldades para que nenhuma criança fique para trás, naquele canto da sala”, ressaltou o ministro.
Os municípios que ainda não aderiram poderão fazer o procedimento até 30 de novembro, no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec).
Assessoria de Comunicação Social
"Nós sabemos sem sombra de dúvidas que um caminho, do ponto de vista de sua perenidade, mais que outros, tem o poder de assegurar o acesso das pessoas a igualdade de oportunidades: é a educação”, afirmou a presidenta. “O pacto tem o caráter da urgência das tarefas inadiáveis. Esse caráter de urgência se soma a um caráter estratégico que temos sobre uma visão de futuro para o país. Sem o pacto, não teremos igualdade efetiva no país”, concluiu.
Com investimento inicial de R$ 2,7 bilhões, o pacto é uma articulação inédita com todos os secretários estaduais de educação e, até o momento, 5.271 municípios. O pacto envolve aproximadamente 8 milhões de alunos, nos três primeiros anos do ensino fundamental, distribuídos em 400 mil turmas, de 108 mil escolas da rede pública.
O eixo principal do pacto será a oferta de cursos de formação continuada para 360 mil professores alfabetizadores, com tutoria permanente e auxílio de 18 mil orientadores de estudo capacitados em 36 universidades públicas. O MEC também distribuirá mais de 60 milhões de livros didáticos, além de jogos pedagógicos. O esforço coordenado tem a finalidade de reverter o atual cenário do país, em que a média nacional de crianças não alfabetizadas até os oito anos chega a 15,2% – de acordo com dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A presidenta ainda anunciou que, para 2014, o governo federal concederá um prêmio de R$ 500 milhões distribuídos entre professores e escolas que mostrarem mais avanços no processo de alfabetização. A comissão que avaliará professores e escolas será formada por representantes do MEC, União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed).
Entre as ações do pacto estão previstas avaliações diagnósticas contínuas em sala de aula, conduzidas pelos professores. Também serão aplicadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) avaliações anuais aos concluintes do segundo e terceiro anos do ensino fundamental. “Todas as crianças serão avaliadas aos sete e oito anos, para sabermos exatamente o que está acontecendo em cada sala de aula, em cada escola. Com isso, podemos apoiar e superar as dificuldades para que nenhuma criança fique para trás, naquele canto da sala”, ressaltou o ministro.
Os municípios que ainda não aderiram poderão fazer o procedimento até 30 de novembro, no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec).
Assessoria de Comunicação Social
domingo, 4 de novembro de 2012
FIQUE BEM INFORMADO - PIB E O GOVERNO FEDERAL
O governo federal defende a destinação de 100% dos royalties dos novos contratos da exploração de petróleo à educação pública brasileira como forma de chegar ao patamar de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para o setor, como deixaram claro a presidenta da República, Dilma Rousseff, e o ministro da Educação, Aloizio Mercante, esta semana.
A determinação de destinação dos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) integra projeto de lei que trata do novo Plano Nacional de Educação (PNE), com duração decenal. Após a tramitação na Câmara dos Deputados, o projeto será submetido à apreciação do Senado Federal.
Nos próximos dias, o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marco Maia, deve pautar a votação do projeto de lei que redistribui os royalties do petróleo (originário no Senado Federal). Os royalties resultam de percentual do lucro obtido pelas empresas petroleiras pago à União, estados e municípios. O pagamento é uma forma de compensação pelo uso do recurso natural, oneroso e não renovável.
A proposta de destinação dos futuros royalties do petróleo à educação, defendida pelo Palácio do Planalto e elaborada pelo Ministério da Educação, tem o apoio do Fórum Nacional de Educação (FNE), órgão de Estado responsável pela interlocução entre sociedade civil e governo. A rede da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, composta por mais de 200 movimentos e organizações de todo país, também se manifestou, em carta, a favor da proposta.
De acordo com o FNE, apesar de a Câmara dos Deputados ter aprovado a destinação de 10% do PIB à educação, é necessário definir as fontes de financiamento. “Há consenso, tanto no governo, quanto na sociedade civil, de que as fontes que assegurarão a aplicação dos 10% do PIB devem ser imediatamente definidas”, afirma nota divulgada pela entidade. “Na votação dos royalties pagos à União, estados e municípios, o Fórum Nacional de Educação defende que o critério de destinação dessa receita tributária seja o investimento na educação escolar pública nacional.”
Confira a íntegra das notas do FNE e da Campanha Nacional pelo Direito à Educação
Assessoria de Comunicação Social
A determinação de destinação dos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) integra projeto de lei que trata do novo Plano Nacional de Educação (PNE), com duração decenal. Após a tramitação na Câmara dos Deputados, o projeto será submetido à apreciação do Senado Federal.
Nos próximos dias, o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marco Maia, deve pautar a votação do projeto de lei que redistribui os royalties do petróleo (originário no Senado Federal). Os royalties resultam de percentual do lucro obtido pelas empresas petroleiras pago à União, estados e municípios. O pagamento é uma forma de compensação pelo uso do recurso natural, oneroso e não renovável.
A proposta de destinação dos futuros royalties do petróleo à educação, defendida pelo Palácio do Planalto e elaborada pelo Ministério da Educação, tem o apoio do Fórum Nacional de Educação (FNE), órgão de Estado responsável pela interlocução entre sociedade civil e governo. A rede da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, composta por mais de 200 movimentos e organizações de todo país, também se manifestou, em carta, a favor da proposta.
De acordo com o FNE, apesar de a Câmara dos Deputados ter aprovado a destinação de 10% do PIB à educação, é necessário definir as fontes de financiamento. “Há consenso, tanto no governo, quanto na sociedade civil, de que as fontes que assegurarão a aplicação dos 10% do PIB devem ser imediatamente definidas”, afirma nota divulgada pela entidade. “Na votação dos royalties pagos à União, estados e municípios, o Fórum Nacional de Educação defende que o critério de destinação dessa receita tributária seja o investimento na educação escolar pública nacional.”
Confira a íntegra das notas do FNE e da Campanha Nacional pelo Direito à Educação
Assessoria de Comunicação Social
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
ATENÇÃO QUEM VAI FAZER A PROVA DO ENEM!
Lembrar de levar documento pessoal, com foto, nos dias de prova, além do cartão que confirma a inscrição, é uma das recomendações do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, aos estudantes que farão as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no sábado, 3, e no domingo, 4. “Está tudo pronto. Agora, é momento de todos ficarem tranquilos para fazerem uma boa prova”, disse o ministro nesta quinta-feira, 1º de novembro, no programa de rádio Hora da Educação.
“Em janeiro, vamos ter o Sisu [Sistema de Seleção Unificada], e as maiores chances de vagas são dos estudantes com as melhores notas no Enem”, destacou Mercadante, que desejou sorte aos candidatos.
Mais de 5,7 milhões de estudantes confirmaram a inscrição para fazer as provas. “É um número recorde”, lembrou o ministro. “O Enem é o segundo maior exame do planeta: são 15.076 locais de prova, que serão realizadas em 1.615 municípios.”
Para garantir a tranquilidade dos candidatos nos dois dias de exame, 566 mil pessoas estarão mobilizadas para a operacionalização e aplicação das provas, que começam em todo o país às 13 horas, de Brasília.
O ministro também orientou os candidatos a planejarem a saída de casa de maneira a evitar imprevistos no trajeto. Os locais de prova estão indicados nos cartões de confirmação de inscrição, que podem ser impressos na página do Enem na internet.
Assessoria de Comunicação Social
Confira a íntegra do programa Hora da Educação
“Em janeiro, vamos ter o Sisu [Sistema de Seleção Unificada], e as maiores chances de vagas são dos estudantes com as melhores notas no Enem”, destacou Mercadante, que desejou sorte aos candidatos.
Mais de 5,7 milhões de estudantes confirmaram a inscrição para fazer as provas. “É um número recorde”, lembrou o ministro. “O Enem é o segundo maior exame do planeta: são 15.076 locais de prova, que serão realizadas em 1.615 municípios.”
Para garantir a tranquilidade dos candidatos nos dois dias de exame, 566 mil pessoas estarão mobilizadas para a operacionalização e aplicação das provas, que começam em todo o país às 13 horas, de Brasília.
O ministro também orientou os candidatos a planejarem a saída de casa de maneira a evitar imprevistos no trajeto. Os locais de prova estão indicados nos cartões de confirmação de inscrição, que podem ser impressos na página do Enem na internet.
Assessoria de Comunicação Social
Confira a íntegra do programa Hora da Educação
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
GOVERNO FEDERAL E REPASSE DE VERBA
Governo federal faz repasse para construção de creches
Terça-feira, 30 de outubro de 2012 - 18:55
O Pará e noventa e seis municípios de vários outros estados serão beneficiados nesta semana com recursos do governo federal para a edificação de escolas de educação infantil e a construção ou adequação de quadras esportivas escolares. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) fez a transferência de R$ 24,6 milhões na segunda-feira, 29, e os recursos devem estar disponíveis nas contas dos beneficiados nesta quarta-feira, 31.
Do total repassado, R$ 18 milhões destinam-se à construção de creches do Proinfância em 60 municípios. Entre os beneficiados, destaque para a cidade paranaense de Ponta Grossa, que receberá R$ 2,3 milhões.
Para a construção de quadras esportivas cobertas ou para a edificação de cobertura em quadras já existentes, foram repassados R$ 6,6 milhões para 40 municípios e para o Estado do Pará. Quatro cidades vão receber recursos para as duas ações: Sinop (MT), Rondon do Pará (PA), Conceição (PB) e Jaú (SP).
Assessoria de Comunicação Social do FNDE
Do total repassado, R$ 18 milhões destinam-se à construção de creches do Proinfância em 60 municípios. Entre os beneficiados, destaque para a cidade paranaense de Ponta Grossa, que receberá R$ 2,3 milhões.
Para a construção de quadras esportivas cobertas ou para a edificação de cobertura em quadras já existentes, foram repassados R$ 6,6 milhões para 40 municípios e para o Estado do Pará. Quatro cidades vão receber recursos para as duas ações: Sinop (MT), Rondon do Pará (PA), Conceição (PB) e Jaú (SP).
Assessoria de Comunicação Social do FNDE
domingo, 28 de outubro de 2012
EXISTEM MAIS HOMENS QUE MULHERES NO MUNDO...VEJA.
O relatório Mulheres do Mundo 2010, publicado pela ONU (Organização das Nações Unidas) nesta quarta-feira (20), mostra que há 57 milhões de homens a mais que mulheres em todo o mundo. A informação contradiz o mito de que o sexo feminino é predominante. Mas há grandes diferenças entre regiões: enquanto faltam homens na Europa, eles são maioria na Índia, por exemplo.
Veja o álbum sobre a situação das mulheres no mundo
O estudo aponta que, na maior parte dos países, existe mais concentração de mulheres do que de homens. É o caso do Brasil, onde há 97 homens para cada 100 pessoas do sexo feminino.
No entanto, nos lugares mais populosos do mundo - como China, Índia e Bangladesh - a proporção de homens é maior, desequilibrando o número global. Entre os chineses, por exemplo, há 108 indivíduos do sexo masculino para cada 100 mulheres. Na Índia, a proporção é de 107 para 100.
A pesquisa indica que tal disparidade “pode ser uma consequência de uma preferência nesses países para se ter filhos homens, em vez de mulheres, e a detecção precoce do sexo do feto, que leva a abortos”.
Na China comunista, a política do filho único para controlar o crescimento da população completou 30 anos no mês passado. Ela gerou uma onda de abortos maciços e assassinatos de bebês mulheres. A ONU aponta que o número total de meninos chineses com até 20 anos excedia em quase 21 milhões o de meninas no ano 2000.
Mas as mulheres continuam sendo a maioria entre a população idosa em todas as regiões do mundo. Elas são mais de 50% da população total com mais de 60 anos. A pesquisa destaca o caso do Leste Europeu, onde a taxa é de 63%, e do sul da África, que concentra 59% de idosas.
Mulheres morrem mais por doenças cardiovasculares
Outro mito derrubado pelo relatório é em relação à saúde da população. O documento diz que “as mulheres são mais propensas a morrer de doenças cardiovasculares, especialmente na Europa”. Dados de 2004, compilados pelo relatório, mostram que, naquele ano, 32% das mulheres morreram de doenças do coração, contra 27% dos homens.
Sobre o consumo de álcool, um levantamento feito em oito países em desenvolvimento mostra que os argentinos tiveram o maior índice de bebedores frequentes: perto de 90% das mulheres e quase 100% dos homens, entre 18 e 29 anos.
O Brasil aparece em quarto lugar entre os oito países pesquisados, com pouco mais de 40% das mulheres e 60% dos homens dizendo beber usualmente, na mesma faixa de idade. Em último, ficou a Nigéria, país em que metade da população segue o islamismo, que proíbe bebidas alcoólicas.
Ao menos 12% já sofreram violência física
As mulheres continuam sendo as maiores vítimas da violência no mundo. Ao menos 12% delas sofreram abusos físicos ao menos uma vez na vida, mostra o relatório.
Em algumas regiões, como a Zâmbia, o índice chega a 60%. No Brasil, onde agora são protegidas pela lei Maria da Penha, 30% delas já sofreram algum tipo de violência sexual do próprio parceiro.
A mutilação genital feminina, ainda comum em países muçulmanos do norte da África, vem diminuindo. Mesmo assim, em vários países a porcentagem de mulheres ente 15 e 49 anos que foram submetidas à mutilação genital é extremamente alta. Na Guiné e Eritreia, por exemplo, a taxa se aproxima de 100%.
Veja o álbum sobre a situação das mulheres no mundo
O estudo aponta que, na maior parte dos países, existe mais concentração de mulheres do que de homens. É o caso do Brasil, onde há 97 homens para cada 100 pessoas do sexo feminino.
No entanto, nos lugares mais populosos do mundo - como China, Índia e Bangladesh - a proporção de homens é maior, desequilibrando o número global. Entre os chineses, por exemplo, há 108 indivíduos do sexo masculino para cada 100 mulheres. Na Índia, a proporção é de 107 para 100.
A pesquisa indica que tal disparidade “pode ser uma consequência de uma preferência nesses países para se ter filhos homens, em vez de mulheres, e a detecção precoce do sexo do feto, que leva a abortos”.
Na China comunista, a política do filho único para controlar o crescimento da população completou 30 anos no mês passado. Ela gerou uma onda de abortos maciços e assassinatos de bebês mulheres. A ONU aponta que o número total de meninos chineses com até 20 anos excedia em quase 21 milhões o de meninas no ano 2000.
Mas as mulheres continuam sendo a maioria entre a população idosa em todas as regiões do mundo. Elas são mais de 50% da população total com mais de 60 anos. A pesquisa destaca o caso do Leste Europeu, onde a taxa é de 63%, e do sul da África, que concentra 59% de idosas.
Mulheres morrem mais por doenças cardiovasculares
Outro mito derrubado pelo relatório é em relação à saúde da população. O documento diz que “as mulheres são mais propensas a morrer de doenças cardiovasculares, especialmente na Europa”. Dados de 2004, compilados pelo relatório, mostram que, naquele ano, 32% das mulheres morreram de doenças do coração, contra 27% dos homens.
Sobre o consumo de álcool, um levantamento feito em oito países em desenvolvimento mostra que os argentinos tiveram o maior índice de bebedores frequentes: perto de 90% das mulheres e quase 100% dos homens, entre 18 e 29 anos.
O Brasil aparece em quarto lugar entre os oito países pesquisados, com pouco mais de 40% das mulheres e 60% dos homens dizendo beber usualmente, na mesma faixa de idade. Em último, ficou a Nigéria, país em que metade da população segue o islamismo, que proíbe bebidas alcoólicas.
Ao menos 12% já sofreram violência física
As mulheres continuam sendo as maiores vítimas da violência no mundo. Ao menos 12% delas sofreram abusos físicos ao menos uma vez na vida, mostra o relatório.
Em algumas regiões, como a Zâmbia, o índice chega a 60%. No Brasil, onde agora são protegidas pela lei Maria da Penha, 30% delas já sofreram algum tipo de violência sexual do próprio parceiro.
A mutilação genital feminina, ainda comum em países muçulmanos do norte da África, vem diminuindo. Mesmo assim, em vários países a porcentagem de mulheres ente 15 e 49 anos que foram submetidas à mutilação genital é extremamente alta. Na Guiné e Eritreia, por exemplo, a taxa se aproxima de 100%.
sábado, 27 de outubro de 2012
6º PRÊMIO PARA PROFESSORES DO BRASIL
As inscrições para o 6º Prêmio Professores do Brasil, que se encerrariam neste sábado, 27, foram prorrogadas até 10 de novembro próximo. É o que estabelece a Portaria MEC nº 1.300, publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 26 (seção 1, página 9). A premiação valoriza práticas pedagógicas bem-sucedidas, criativas e inovadoras nas redes públicas de ensino.
Este ano, foi criada uma segunda categoria, sobre temas específicos, além da já conhecida, de temas livres. Esta é subdividida nas áreas de educação infantil, anos iniciais do ensino fundamental, anos finais e ensino médio. O novo módulo conterá projetos de educação integral ou integrada, ciências para os anos iniciais, alfabetização nos anos iniciais e educação digital, articulada ao desenvolvimento do currículo.
Cada categoria terá até quatro professores premiados em cada uma das subcategorias, um por região do país. Os autores das experiências selecionadas pela comissão julgadora nacional, independentemente de região e da categoria, receberão R$ 7 mil, além de troféu e certificados expedidos pelas instituições parceiras.
O Prêmio Professores do Brasil foi instituído em 2005. Até a segunda edição, premiava professores da educação infantil e séries ou anos iniciais do ensino fundamental. A partir da terceira edição, estendeu-se a todas as etapas da educação básica — educação infantil, anos iniciais e finais do ensino fundamental e ensino médio.
As inscrições para a sexta edição devem ser feitas na página do prêmio na internet. Nela, o professor também encontra informações relevantes e o regulamento.
O prêmio Professores do Brasil é realizado pelo Ministério da Educação, em parceria com o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI), fundações SM e Volkswagen e Instituto Votorantim.
Assessoria de Comunicação Social
Matéria republicada com atualização de informações
Este ano, foi criada uma segunda categoria, sobre temas específicos, além da já conhecida, de temas livres. Esta é subdividida nas áreas de educação infantil, anos iniciais do ensino fundamental, anos finais e ensino médio. O novo módulo conterá projetos de educação integral ou integrada, ciências para os anos iniciais, alfabetização nos anos iniciais e educação digital, articulada ao desenvolvimento do currículo.
Cada categoria terá até quatro professores premiados em cada uma das subcategorias, um por região do país. Os autores das experiências selecionadas pela comissão julgadora nacional, independentemente de região e da categoria, receberão R$ 7 mil, além de troféu e certificados expedidos pelas instituições parceiras.
O Prêmio Professores do Brasil foi instituído em 2005. Até a segunda edição, premiava professores da educação infantil e séries ou anos iniciais do ensino fundamental. A partir da terceira edição, estendeu-se a todas as etapas da educação básica — educação infantil, anos iniciais e finais do ensino fundamental e ensino médio.
As inscrições para a sexta edição devem ser feitas na página do prêmio na internet. Nela, o professor também encontra informações relevantes e o regulamento.
O prêmio Professores do Brasil é realizado pelo Ministério da Educação, em parceria com o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI), fundações SM e Volkswagen e Instituto Votorantim.
Assessoria de Comunicação Social
Matéria republicada com atualização de informações
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano sedia a partir de segunda-feira, 22, a Reunião dos Dirigentes dos Institutos Federais de Educação Profissional e Tecnológica (Reditec) de 2012. Estarão em debate, entre outros temas, as políticas de educação profissional e tecnológica no Brasil, o papel dos institutos federais nessas políticas, o planejamento e as ações integradas de educação profissional e tecnológica, o desenvolvimento local e regional e a extensão tecnológica.
O encontro vai se estender até o dia 26, no complexo de multieventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Juazeiro, Bahia, município vizinho a Petrolina, Pernambuco, onde o instituto federal tem sede. A Reditec é realizada desde 1977, pelo Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional Científica e Tecnológica (Conif). Ela reúne reitores e diretores dos institutos federais, centros federais de educação tecnológica (Cefet), Colégio Pedro II e escolas técnicas.
O encontro deste ano reunirá representantes da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação e convidados dos Estados Unidos, Colômbia e Portugal para debates sobre a educação técnica e tecnológica em âmbito nacional e internacional. Entre os debatedores estarão o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho; a diretora-executiva da Rede de Instituições Técnicas, Tecnológicas e Universidades da Colômbia, Diana Pérez; o reitor da Universidade de Évora (Portugal), Carlos Braumann, e o coordenador de Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, Carlos de Ávila.
Durante o encontro, será entregue a Medalha de Mérito Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, iniciativa do Conif como reconhecimento a pessoas que tenham serviços prestados à educação profissional. Outro homenageado é o cantor e compositor Luiz Gonzaga, cujo centenário de nascimento é festejado este ano. Gonzaga nasceu em Exu, Pernambuco, em 13 de dezembro de 1912, e morreu em Recife, em 2 de agosto de 1989.
Mais informações na página da Reditec na internet.
O encontro vai se estender até o dia 26, no complexo de multieventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Juazeiro, Bahia, município vizinho a Petrolina, Pernambuco, onde o instituto federal tem sede. A Reditec é realizada desde 1977, pelo Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional Científica e Tecnológica (Conif). Ela reúne reitores e diretores dos institutos federais, centros federais de educação tecnológica (Cefet), Colégio Pedro II e escolas técnicas.
O encontro deste ano reunirá representantes da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação e convidados dos Estados Unidos, Colômbia e Portugal para debates sobre a educação técnica e tecnológica em âmbito nacional e internacional. Entre os debatedores estarão o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho; a diretora-executiva da Rede de Instituições Técnicas, Tecnológicas e Universidades da Colômbia, Diana Pérez; o reitor da Universidade de Évora (Portugal), Carlos Braumann, e o coordenador de Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, Carlos de Ávila.
Durante o encontro, será entregue a Medalha de Mérito Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, iniciativa do Conif como reconhecimento a pessoas que tenham serviços prestados à educação profissional. Outro homenageado é o cantor e compositor Luiz Gonzaga, cujo centenário de nascimento é festejado este ano. Gonzaga nasceu em Exu, Pernambuco, em 13 de dezembro de 1912, e morreu em Recife, em 2 de agosto de 1989.
Mais informações na página da Reditec na internet.
domingo, 21 de outubro de 2012
VEJA A TABELA DE JANEIRO A SETEMBRO DO REPASSE DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO (FNDE)
Recursos de R$ 717,65 milhões estão à disposição de estados, distrito federal e municípios desde quinta-feira, 18. O repasse refere-se à parcela de setembro do salário-educação. São R$ 359,27 milhões para os municípios e R$ 358,38 milhões para estados e DF.
A transferência de recursos é feita mensalmente pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Este ano, ela chega a R$ 6,6 bilhões. Estados, DF e municípios usam as cotas do salário-educação para financiar iniciativas e programas de educação básica pública.
Salário-educação — Valores referentes a 2012
Distribuídas com base no número de estudantes, as cotas estaduais e municipais são transferidas mensalmente para as secretarias de Educação. A cota federal é aplicada pelo FNDE em iniciativas destinadas a reduzir os desníveis socioeducacionais entre estados e municípios.
Os valores transferidos podem ser conferidos na página do FNDE na internet.
Assessoria de Imprensa do FNDE
A transferência de recursos é feita mensalmente pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Este ano, ela chega a R$ 6,6 bilhões. Estados, DF e municípios usam as cotas do salário-educação para financiar iniciativas e programas de educação básica pública.
Salário-educação — Valores referentes a 2012
Municípios
(em R$) |
Estados e DF
(em R$) |
Total
(em R$) | |
| Janeiro |
577.193.463,08
|
583.598.246,59
|
1.160.791.709,67
|
| Fevereiro |
346.601.948,37
|
340.914.421,49
|
687.516.369,86
|
| Março |
338.197.515,29
|
333.429.437,81
|
671.626.953,10
|
| Abril |
334.481.881,19
|
333.989.547,91
|
668.471.429,10
|
| Maio |
347.732.020,77
|
331.728.364,50
|
679.460.385,27
|
| Junho |
351.333.396,90
|
345.334.568,87
|
696.667.965,77
|
| Julho |
348.570.730,85
|
342.702.855,29
|
691.273.586,14
|
| Agosto |
357.704.846,60
|
352.572.197,15
|
710.277.043,75
|
| Setembro |
359.273.315,89
|
358.385.901,68
|
717.659.217,57
|
| Total |
3.361.089.118,94
|
3.322.655.541,29
|
6.683.744.660,23
|
Distribuídas com base no número de estudantes, as cotas estaduais e municipais são transferidas mensalmente para as secretarias de Educação. A cota federal é aplicada pelo FNDE em iniciativas destinadas a reduzir os desníveis socioeducacionais entre estados e municípios.
Os valores transferidos podem ser conferidos na página do FNDE na internet.
Assessoria de Imprensa do FNDE
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
EDUCAÇÃO INTEGRAL
Educação integral conta com a contribuição de universidades
Quinta-feira, 18 de outubro de 2012 - 19:31
A Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação promoveu, de terça-feira, 16, a quinta, 18, em Brasília, reunião técnica com universidades parceiras para debater o papel da universidade no desenvolvimento da educação integral. O encontro, sob o tema Programa Mais Educação: Construindo a Política da Educação Integral no Brasil, contou com a presença de 30 instituições federais de educação superior.
Desde 2008, representantes das universidades parceiras encontram-se semestralmente para debater os programas e as ações que as instituições vêm realizando no campo da educação integral. As propostas em destaque apresentam novos conceitos para formação de professores nos cursos de pedagogia e licenciatura e defendem a produção de conhecimento com base na pesquisa de pós-graduação.
Para a diretora de Currículos e Educação Integral da SEB, Jaqueline Moll, as federais devem participar da construção da política educacional brasileira. “As universidades têm um papel importante na construção dessa política e no diálogo com as escolas, para construir outros conceitos de educação integral”, disse.
A professora Ana Emília Gonçalves de Castro, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que desenvolve projetos de extensão voltados para a educação em tempo integral, defende que o papel dessas instituições vai além da formação de profissionais que atuam na educação. “Estamos construindo algo novo em um processo que já está acontecendo, por isso precisamos de pesquisa e extensão no campo da educação integral. A universidade pública tem uma responsabilidade com a sociedade”, afirmou.
O programa Mais Educação foi criado em 2007 para atender, inicialmente, 1.380 escolas que apresentavam os piores resultados no índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb). De acordo com a proposta do programa, no turno oposto ao das aulas, os alunos têm acompanhamento pedagógico obrigatório. Contam ainda, com café da manhã, almoço e lanche. Os professores ajudam nas tarefas, tiram dúvidas e dão aulas de reforço, principalmente de português e matemática. Em 2012, o programa chegou a 32 mil escolas.
Assessoria de Comunicação Social
Desde 2008, representantes das universidades parceiras encontram-se semestralmente para debater os programas e as ações que as instituições vêm realizando no campo da educação integral. As propostas em destaque apresentam novos conceitos para formação de professores nos cursos de pedagogia e licenciatura e defendem a produção de conhecimento com base na pesquisa de pós-graduação.
Para a diretora de Currículos e Educação Integral da SEB, Jaqueline Moll, as federais devem participar da construção da política educacional brasileira. “As universidades têm um papel importante na construção dessa política e no diálogo com as escolas, para construir outros conceitos de educação integral”, disse.
A professora Ana Emília Gonçalves de Castro, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que desenvolve projetos de extensão voltados para a educação em tempo integral, defende que o papel dessas instituições vai além da formação de profissionais que atuam na educação. “Estamos construindo algo novo em um processo que já está acontecendo, por isso precisamos de pesquisa e extensão no campo da educação integral. A universidade pública tem uma responsabilidade com a sociedade”, afirmou.
O programa Mais Educação foi criado em 2007 para atender, inicialmente, 1.380 escolas que apresentavam os piores resultados no índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb). De acordo com a proposta do programa, no turno oposto ao das aulas, os alunos têm acompanhamento pedagógico obrigatório. Contam ainda, com café da manhã, almoço e lanche. Os professores ajudam nas tarefas, tiram dúvidas e dão aulas de reforço, principalmente de português e matemática. Em 2012, o programa chegou a 32 mil escolas.
Assessoria de Comunicação Social
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
ENSINO MÉDIO E MUDANÇAS
Quinta-feira, 18 de outubro de 2012 - 19:34
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, pediu para que os secretários estaduais de educação façam um esforço para, o mais breve possível, definir suas propostas de mudanças para melhorar o ensino médio. A solicitação foi feita na abertura do III Encontro Ordinário do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), realizado nesta quinta-feira, 18, em Florianópolis.
O encontro serviria para que os secretários de educação encaminhassem as propostas ao Ministério da Educação. No entanto, o documento não foi concluído e os secretários continuarão o debate nos estados, de forma a entregar o documento final até 7 de dezembro. Mercadante solicitou a antecipação do prazo para que os avanços na educação já sejam aplicados no ano letivo de 2013. “Os estados precisam defender a proposta do MEC para que todos os royalties do petróleo sejam destinados à educação”, disse o ministro.
O encontro dos secretários termina nesta sexta-feira, 19. Os secretários dos estados reconhecem a necessidade de um pacto nacional, mas querem preservar a identidade local nos temas. O ministro Aloizio Mercadante também disse que programas do governo estão incentivando a melhoria do ensino médio, tais como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e, mais recentemente, a Lei de Cotas.
Assessoria de Comunicação Social
O encontro serviria para que os secretários de educação encaminhassem as propostas ao Ministério da Educação. No entanto, o documento não foi concluído e os secretários continuarão o debate nos estados, de forma a entregar o documento final até 7 de dezembro. Mercadante solicitou a antecipação do prazo para que os avanços na educação já sejam aplicados no ano letivo de 2013. “Os estados precisam defender a proposta do MEC para que todos os royalties do petróleo sejam destinados à educação”, disse o ministro.
O encontro dos secretários termina nesta sexta-feira, 19. Os secretários dos estados reconhecem a necessidade de um pacto nacional, mas querem preservar a identidade local nos temas. O ministro Aloizio Mercadante também disse que programas do governo estão incentivando a melhoria do ensino médio, tais como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e, mais recentemente, a Lei de Cotas.
Assessoria de Comunicação Social
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
SEM O PROFESSOR SERIA IMPOSSÍVEL EXISTIR OS DEMAIS PROFISSIONAIS
Mensagem ao professor
A você professor...
Que transmite conhecimentos e colabora para que seus alunos cresçam e desenvolvam suas habilidades e talentos, preparando-os para os desafios da vida.
A você professor...
Que renuncia um pouco de si a cada dia e não só ensina, mas também torna-se um eterno aprendiz diante de seus educandos.
A você professor...
Que dedica seu tempo para despertar a sabedoria, questionar a vida e mostrar a realidade.
A você professor...
Que abre as portas de um novo amanhã e colabora para que seus alunos alcancem seus objetivos, estimulando-os, compreendendo-os e comunicando-lhes saber.
A você professor...
Que tem a missão não só de ensinar conteúdos, mas de ensinar os caminhos da paz, da esperança, da coragem e do amor.
A você professor...
Que traz em suas mãos não só livros, cadernos, provas e trabalhos, mas também traz no coração a alegria, o dinamismo e a didática para transmitir conhecimentos.
A você professor...
Que busca através de seus ensinamentos não apenas gerar consciência crítica, mas auxiliar na formação plena do indivíduo.
A você professor...
Que com seu carisma faz desabrochar a ternura, a sensibilidade, o intelecto, a consciência cidadã e desperta a religiosidade em seus alunos.
A você professor...
Que quando semeia em terreno fértil, se encanta com a colheita e realiza-se ao perceber que tem indicado o caminho a muitos.
A você professor...
Que faz os alunos perceberem que são capazes não apenas de sonharem, mas de realizarem seus sonhos!
Por você professor...
Elevamos a Deus nossa prece de gratidão, pedindo que o abençoe hoje e sempre.
Parabéns pelo seu dia!
“Aquele que é chamado ao ministério, dedique-se ao ministério.
Se tem o dom de ensinar, que ensine.”
sábado, 13 de outubro de 2012
ALAGOANA VENCEDORA DO CONCURSO...VEJA.
A dissertação Brasil, uma Mãe Gentil para os Filhos de seus Municípios, da estudante alagoana Layane Rayelle Silva Marinho, é a vencedora da quinta edição do concurso Jovem Senador, do Senado Federal, realizado em parceria com o Ministério da Educação. Os vencedores foram conhecidos na quarta-feira, 10. O concurso abrange estudantes do segundo e do terceiro anos do ensino médio de escolas públicas estaduais e do Distrito Federal.
Na segunda colocação ficou a redação Minha Cidade, Berço de um Patrimônio Imaterial, de Bruna Clemente Gontijo, de Minas Gerais. O piauiense Rodrigo de Brito Sá classificou-se em terceiro lugar, com Meu Município: uma Peça no Quebra-Cabeça Brasileiro.
As redações vencedoras foram selecionadas dentre 27 finalistas, uma por unidade da Federação. Os estudantes premiados receberão notebook, medalha e certificado. Terão ainda o texto publicado em obra produzida pelo Senado Federal. As escolas dos três estudantes mais bem classificados serão contempladas com computadores, publicações técnicas e multimídia, além de certificado de participação.
A comissão julgadora do concurso é composta por um representante do Ministério da Educação, um do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e cinco do Senado Federal. Eles avaliam os textos com base em critérios de apresentação e estrutura textual, correção gramatical e sintática e desenvolvimento do tema proposto.
Assessoria de Comunicação Social, com informações da Agência Senado
Confira os 27 premiados
Na segunda colocação ficou a redação Minha Cidade, Berço de um Patrimônio Imaterial, de Bruna Clemente Gontijo, de Minas Gerais. O piauiense Rodrigo de Brito Sá classificou-se em terceiro lugar, com Meu Município: uma Peça no Quebra-Cabeça Brasileiro.
As redações vencedoras foram selecionadas dentre 27 finalistas, uma por unidade da Federação. Os estudantes premiados receberão notebook, medalha e certificado. Terão ainda o texto publicado em obra produzida pelo Senado Federal. As escolas dos três estudantes mais bem classificados serão contempladas com computadores, publicações técnicas e multimídia, além de certificado de participação.
A comissão julgadora do concurso é composta por um representante do Ministério da Educação, um do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e cinco do Senado Federal. Eles avaliam os textos com base em critérios de apresentação e estrutura textual, correção gramatical e sintática e desenvolvimento do tema proposto.
Assessoria de Comunicação Social, com informações da Agência Senado
Confira os 27 premiados
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
SEMANA DA CRIANÇA NA ESCOLA
DIVERSÃO NA SEMANA DA CRIANÇA
VÁRIAS BRINCADEIRAS, SHOWS, APRESENTAÇÕES, CAMA ELÁSTICA, PICOLÉS, PRESENTES, LEMBRANCINHAS, KARAOKÊ, DESFILE, CONCURSOS, MÚSICAS, FILMES, PIPOCAS, BOLO, REFRIGERANTES, DOCES, ALGODÃO DOCE, DRAMATIZAÇÕES, PINTURA LIVRE, ENTRE TANTAS OUTRAS COISAS.
O NOSSO OBJETIVO É PROMOVER A FELICIDADE DAS CRIANÇAS!
PARABÉNS A TODA EQUIPE DA ESCOLA MÁRIO MAFRA!
COM DEDICAÇÃO E COMPETÊNCIA O RESULTADO FOI POSITIVO.
VÁRIAS BRINCADEIRAS, SHOWS, APRESENTAÇÕES, CAMA ELÁSTICA, PICOLÉS, PRESENTES, LEMBRANCINHAS, KARAOKÊ, DESFILE, CONCURSOS, MÚSICAS, FILMES, PIPOCAS, BOLO, REFRIGERANTES, DOCES, ALGODÃO DOCE, DRAMATIZAÇÕES, PINTURA LIVRE, ENTRE TANTAS OUTRAS COISAS.
O NOSSO OBJETIVO É PROMOVER A FELICIDADE DAS CRIANÇAS!
PARABÉNS A TODA EQUIPE DA ESCOLA MÁRIO MAFRA!
COM DEDICAÇÃO E COMPETÊNCIA O RESULTADO FOI POSITIVO.
domingo, 7 de outubro de 2012
PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO...CONFIRA A MATÉRIA.
Escolas participantes do programa Mais Educação, com todos os estudantes matriculados no regime de tempo integral, apresentaram evolução significativa de desempenho na Prova Brasil. A constatação é de estudo da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação. O Mais Educação (PME) atende instituições de ensino com baixos indicadores de qualidade educacional localizadas em zonas de vulnerabilidade social. Contabilizadas todas as escolas que participam do programa, o desenvolvimento também foi melhor do que a média nacional.
No estudo, a SEB selecionou as médias de três grupos de escolas — as do PME em que todos os alunos estudam em tempo integral; todas as escolas vinculadas ao PME; escolas públicas do Brasil. A partir daí, foi feita a comparação da evolução do rendimento, por grupo, nas áreas de língua portuguesa e matemática nas edições da Prova Brasil de 2007, 2009 e 2011.
As médias em português dos estudantes do quinto ano das escolas do PME com 100% das matrículas em tempo integral passaram de 164,19 em 2007 para 182,81 em 2011. Em matemática, de 180,71 para 201,87 no mesmo período. Nesse mesmo espaço de tempo, os estudantes do nono ano passaram de 227,31 para 238,62 em português e de 236,03 para 244,13 em matemática.
Em língua portuguesa, a diferença entre a média nas escolas do PME 100% integral e de todas as escolas públicas do Brasil, para estudantes do quinto ano, diminuiu de 7,21 pontos em 2007 para 2,68 em 2012, o que significa evolução. As médias em matemática dos estudantes do nono ano do ensino básico de escolas do PME 100% integral, que eram 4,53 pontos inferiores à média nacional em 2007, em 2011 foram 1,1 ponto superiores.
Diálogo — De acordo com a diretoria de currículos e educação integral da SEB, Jaqueline Moll, o programa Mais Educação é uma ação indutora que promove a ampliação efetiva da jornada escolar. “Nós nos habituamos a uma escola de quatro horas; o caminho que buscamos com o Mais Educação é aumentar o número de horas na escola, com um diálogo entre os conteúdos tradicionais e instrumentos e temas contemporâneos”, afirmou.
O Mais Educação foi criado em 2007 para atender, inicialmente, 1.380 escolas que apresentavam os piores resultados no índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) e eram consideradas em situação de vulnerabilidade. De acordo com a proposta do programa, no turno oposto ao das aulas, os alunos têm acompanhamento pedagógico obrigatório. Contam ainda, com café da manhã, almoço e lanche. Os professores ajudam nas tarefas, tiram dúvidas e dão aulas de reforço, principalmente de português e matemática.
Este ano, o programa chegou a 32 mil escolas. Para os próximos anos, a perspectiva é de ampliação. “A meta é atender 60 mil escolas em 2014”, disse Jaqueline Moll. O orçamento é de R$ 1,5 bilhão, oriundos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e do Plano Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
Com o desenvolvimento do PME, o número de escolas com 100% das matrículas em tempo integral aumentou 178,9% — de 161 unidades em 2010 para 449 em 2011. O total de estudantes atendidos nessas escolas passou de 59.274 para 132.706 no mesmo período, o que significa aumento de 123,9%. “O programa permite que as escolas criem um ambiente favorável à permanência e ao aprendizado dos estudantes”, destacou Jaqueline.
Apenas os estados do Acre, Amapá e Sergipe não contam ainda com escolas com 100% de alunos matriculados no regime de tempo integral.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
CONHECE A LEI DE COTAS? VEJA A MATÉRIA
Em conversa com jornalistas, na manhã desta sexta-feira, 5, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, esclareceu as principais dúvidas em torno da Lei nº 12.711, de 29 de agosto último, conhecida como Lei de Cotas. Ela institui a reserva de 50% das vagas, em quatro anos, em instituições federais de educação superior a estudantes de escolas públicas, com base no perfil racial de cada unidade da Federação, conforme dados do IBGE. Estabelece também vagas para alunos com renda de até 1,5 salário mínimo familiar per capita.
Eis os principais pontos destacados pelo ministro:
Início da validade
“As cotas serão implementadas a partir de 2013. No caso do Sisu [Sistema de Seleção Unificada, do MEC], já vale a partir do Enem [Exame Nacional do Ensino Médio], previsto para o início de novembro. As instituições de educação superior que já tenham publicado seus editais terão que fazer ajustes para adequação à lei, que orienta toda a política de ingresso. Portanto, todas as universidades federais terão de fazer as adequações necessárias. O Ministério da Educação vai dar todo apoio a essa implementação.”
Distribuição das vagas
“Hoje, 88% dos estudantes brasileiros do ensino médio provêm de escolas públicas; 12%, das particulares. A lei assegura que, em até quatro anos, metade das vagas em todas as universidades federais, em todos os cursos, será ocupada por alunos oriundos da escola pública. Então, há um caráter de renda, um caráter de raça, a inclusão social. Mas é prioritariamente para alunos da escola pública. Para o ano que vem, todos os cursos, em todas as universidades federais, terão de assegurar, pelo menos, 12,5% das matrículas a alunos das escolas públicas brasileiras.”
Regulamentação
“O decreto de regulação da Lei nº 12.711/2012 vai estabelecer o procedimento desse cálculo. Esperamos que seja publicado o mais rapidamente possível. Todos os aspectos mais importantes já foram explicados a reitores e pró-reitores.”
Comprovação de renda
“O aluno vai autodeclarar a renda, mas terá que comprovar, na fase seguinte, a renda bruta familiar para o cálculo do valor.”
Prorrogação de prazo
“Não haverá prorrogação [para instituições que já tenham lançado editais de processos seletivos] porque o fato de já ter publicado o edital não significa que a instituição já tenha promovido o vestibular. Portanto, há tempo, e o tempo será usado em favor daquilo que o Congresso Nacional aprovou por unanimidade, que é a adoção das cotas.”
Ajuste de critérios preexistentes
“Podem ser mantidas as iniciativas já existentes, desde que as exigências da lei, ou seja, 12,5% das vagas, sejam implementadas conforme o Congresso Nacional estabeleceu. Então, no mínimo, esses 12,5% têm que respeitar integralmente os critérios da lei. A partir desse 12,5%, podem ser criados critérios adicionais. Há universidades, por exemplo, em estados com grande concentração de indígenas, que têm uma política específica para esses povos. Outras, usam o sistema de bônus. Outras já têm um sistema de atenção à escola pública. Além disso, o que discutimos com os reitores são políticas de tutoria e de reforço pedagógico para que esses alunos tenham todas as condições de desenvolvimento pleno nos cursos pelos quais optarem e ingressarem.”
Qualidade do ensino
“Como há muito mais alunos da escola pública em relação aos da escola particular, a média desses melhores 12,5% da rede pública fica muito acima da média dos estudantes das escolas particulares. Então, para este ano, estamos bastante seguros do passo que vamos dar. Mas também temos o desafio que as universidades já enfrentam — muitas já têm sistema de tutoria. Estamos trocando experiências entre todas as universidades para criar um programa nacional de apoio. Em alguns casos, vamos ter de fortalecer a política de assistência estudantil. Um aluno que tenha renda familiar inferior a 1,5 salário mínimo, para fazer um curso de tempo integral, como medicina ou odontologia, terá de contar com uma bolsa de assistência estudantil. Vamos definir, primeiro, as prioridades, qual o público prioritário. Já tínhamos previsto, no orçamento, um aumento importante para o ano que vem. Vamos investir mais de R$ 650 milhões em assistência estudantil em 2013. Mas pretendemos que esses alunos tenham preferência na implementação da política de bolsas, e que as universidades tenham sistema de acompanhamento, de tutoria. Em algumas universidades, são os estudantes de pós-graduação bolsistas que têm a obrigação de fazer a tutoria de estudantes cotistas. Então, queremos também implementar essa política de reforço pedagógico e tutoria para garantir o bom desempenho dos cotistas.”
Obediência à lei
“Não existe a possibilidade de não obediência à lei. A lei é muito clara. Todas as universidades terão de obedecer ao percentual da população negra e indígena em cada uma das unidades da Federação. O que o decreto a ser publicado vai regulamentar é a forma de cálculo, os procedimentos. Haverá um simulador. Em qualquer curso, imediatamente, basta colocar os valores para ter a resposta imediata. Não há nenhuma dificuldade para a instituição.”
Assessoria de Comunicação Social
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
ATENÇÃO PROFESSORES!!! VEJA A MATÉRIA
Estão abertas até o dia 27 próximo as inscrições para o 6º Prêmio Professores do Brasil. A iniciativa do Ministério da Educação foi instituída pela Secretaria de Educação Básica (SEB) para valorizar práticas pedagógicas bem-sucedidas, criativas e inovadoras nas redes públicas de ensino.
Este ano, foi criada uma segunda categoria, sobre temas específicos, além da já conhecida, de temas livres. Esta é subdividida nas áreas de educação infantil, anos iniciais do ensino fundamental, anos finais e ensino médio. O novo módulo conterá projetos de educação integral ou integrada, ciências para os anos iniciais, alfabetização nos anos iniciais e educação digital, articulada ao desenvolvimento do currículo.
Cada categoria terá até quatro professores premiados em cada uma das subcategorias, um por região do país. Os autores das experiências selecionadas pela comissão julgadora nacional, independentemente de região e da categoria, receberão R$ 7 mil, além de troféu e certificados expedidos pelas instituições parceiras.
Nas edições passadas, os inscritos precisavam apresentar projetos ou atividades concluídos ao fim do ano anterior ao da inscrição. Este ano, serão válidas experiências realizadas até a data da abertura das inscrições. Ou seja, até a última segunda-feira, 1º de outubro. “Ampliamos as possibilidades de participação. Acreditamos que assim os professores ficarão ainda mais estimulados”, ressalta a diretora de formulação de conteúdos educacionais da SEB, Mônica Gardelli.
A função do prêmio, de acordo com Mônica, é resgatar e valorizar o papel dos professores como agentes fundamentais no processo formativo das novas gerações. Segundo ela, a iniciativa serve como estímulo para os professores inscritos e também como exemplo para outros profissionais. “A importância do prêmio se deve ao fato de ele valorizar experiências de professores da rede pública”, disse. “Essas experiências, ao se tornarem conhecidas, podem ser replicáveis.”
Mônica salienta que o prêmio também promove a reflexão das intervenções pedagógicas. “Reconhece experiências exitosas no enfrentamento das dificuldades da educação básica”, diz.
O Prêmio Professores do Brasil foi instituído em 2005. Até a segunda edição, premiava professores da educação infantil e séries-anos iniciais do ensino fundamental. A partir da terceira edição, estendeu-se a todas as etapas da educação básica — educação infantil, anos iniciais e finais do ensino fundamental e ensino médio.
As inscrições para a sexta edição devem ser feitas na página do prêmio na internet. Nela, o professor também encontra informações relevantes e o regulamento.
Paula Filizola
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